Acusadora de Neymar se complica: abandonada pelo 3º advogado, agora fala até em “polícia comprada”; porteiro revela ameaças da modelo e faz BO

Publicado em: 11/06/2019

                                          Foto: Reprodução/TV Record

 

O porteiro do prédio onde mora Najila Trindade Mendes de Souza compareceu à 6ª DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) para prestar depoimento e registrar boletim de ocorrência contra ela na tarde da segunda-feira (10).

O homem, de 26 anos, afirma que Najila o ameaçou no momento em que ia prestar depoimento relacionado ao caso em que a mulher acusa o jogador Neymar Júnior de agressão e estupro.

De acordo com o porteiro, Najila teria dito: “sua conversa é comigo, você falou com todo mundo menos comigo, que sou a dona do apartamento. Estou aqui com o meu irmão e com uma galera e você sabe o que é, vai ser melhor para você. ”

A mulher também exigiu que ele voltasse ao condomínio em 30 minutos para que conversassem. O funcionário pediu à polícia medidas de proteção para garantir sua integridade física.

“A polícia está comprada, não é? Estou louca?”, questiona Najila Trindade

Em entrevista ao SBT na noite de ontem, Najila Trindade – que acusa Neymar de estupro – questionou a conduta das autoridades em relação ao suposto arrombamento de seu apartamento localizado na zona sul de São Paulo. A modelo falou que a “polícia está comprada”.

O advogado Danilo Garcia de Andrade, que estava representando Najila Trindade, decidiu deixar o caso após a modelo não entregar a íntegra de um suposto vídeo, citado como peça importante contra Neymar. A acusadora afirma que a gravação está em um tablet rosa que teria sumido de seu apartamento. Até o momento, foram exibidos 66 segundos de um vídeo que teria sete minutos.

“Eu queria muito saber”, falou Najila ao SBT quando questionada sobre a localização do tablet. “Invadiram meu apartamento assim quando as coisas deram confusão”, acrescentou a modelo.

A polícia foi ao apartamento para colher digitais e fazer uma perícia para investigar o arrombamento. Apesar disso, só foram encontradas as marcas de Najila e de uma funcionária que trabalha na residência.

“A polícia está comprada, não é, ou não? Estou louca?”, falou Najila quando o jornalista Roberto Cabrini falou sobre a investigação da polícia.

 

R7 e UOL

 

 




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