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NOVO RECORDE: Inadimplência no Brasil chega a 84,2 milhões de pessoas, aponta Serasa; dívida média é de R$ 7 mil

02/11/2026

Foto: Shutterstock

 

O número de brasileiros com contas em atraso chegou a 84,2 milhões em setembro, o maior já registrado pela Serasa. O total representa um aumento de 6% em relação ao mesmo mês de 2025 e supera os 83,9 milhões registrados em agosto.

Os dados fazem parte do Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas no Brasil, divulgado pela Serasa e publicado pelo portal UOL nesta segunda-feira (2). Desde 2020, o número de consumidores negativados cresceu 34,17%.

As dívidas acumuladas somam R$ 597,4 bilhões, alta de 0,9% em relação a agosto. Em média, cada pessoa inadimplente deve R$ 7.093,83, valor equivalente a aproximadamente 4,4 salários mínimos.

Bancos e cartões de crédito concentram a maior parcela das dívidas, com 27,16% do total. Em seguida aparecem as financeiras, com 20,66%, e as contas básicas de água, luz e gás, que representam 20,32%.

Entre os inadimplentes, 50,5% são mulheres e 49,5% homens. A faixa etária de 41 a 60 anos concentra a maior parcela, com 35,7%, seguida pelos brasileiros de 26 a 40 anos (33,2%). Pessoas acima de 60 anos representam 20,1%, enquanto os jovens de 18 a 25 anos correspondem a 11% do total.

 

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Ibovespa fecha semana com queda de 18%, registra pior resultado desde 2020 e dólar dispara para R$ 5,44

31/10/2026

Reprodução CNN

 

A Bolsa brasileira encerrou a semana com um dos piores desempenhos de sua história recente. O Ibovespa caiu 0,75% nesta sexta-feira (30), aos 167.921 pontos, acumulando perdas de 18% nos cinco pregões após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Foi a maior queda semanal desde março de 2020, no início da pandemia. No mês, o índice acumulou recuo de 9,75%, o pior resultado mensal desde junho de 2022.

O dólar também avançou e fechou em alta de 1,09%, cotado a R$ 5,446, atingindo o maior valor de 2026. Na semana, a moeda norte-americana acumulou valorização de 9,15% frente ao real.

 

Com informações da CNN

 

 

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Dívida pública atinge R$ 11,1 trilhões no governo Lula e alcança o pior patamar desde 2021

30/10/2026

Foto: Calito Canhadas/ Pixabay

 

A dívida bruta do setor público consolidado do Brasil manteve a tendência de alta e fechou o mês de setembro atingindo o montante de R$ 11,1 trilhões, o equivalente a 82,9% do Produto Interno Bruto, segundo dados do Banco Central. O indicador, que serve como o principal termômetro da capacidade do país de honrar seus compromissos financeiros, atingiu o seu pior patamar desde março de 2021 e acumula uma alta expressiva de 11,2 pontos percentuais desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando o índice marcava 71,7% do PIB ao final da gestão anterior.

O avanço contínuo do endividamento reflete o descompasso das contas públicas, puxado pelo aumento das despesas do governo e pelos déficits acumulados no setor público. Apenas no acumulado do ano, a dívida bruta subiu mais de 6 pontos percentuais em relação ao PIB, enquanto a dívida líquida do setor público saltou para 70% da riqueza produzida no país. O resultado fiscal de setembro reforçou a pressão sobre as finanças do Estado ao registrar um déficit primário de R$ 5,5 bilhões, evidenciando o desafio permanente do país para equilibrar arrecadação e gastos estruturais.

 

Com informações da Revista Oeste 

 

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Endividamento das famílias brasileiras bate recorde e chega a 50,1%

29/10/2026

Foto: Reprodução

 

O endividamento das famílias brasileiras atingiu um novo recorde em agosto, chegando a 50,1% da renda acumulada em 12 meses. O comprometimento da renda com o pagamento de dívidas também alcançou o maior nível da série histórica, com 29%, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta quinta-feira (29).

Os números evidenciam a pressão sobre o orçamento das famílias diante dos juros elevados e do avanço de modalidades de crédito mais caras, como cartão de crédito e empréstimos sem garantia.

Mesmo com programas de renegociação de dívidas lançados pelo governo federal, o indicador de endividamento continuou avançando. Sem considerar o crédito imobiliário, a proporção chegou a 31% da renda, enquanto o comprometimento com o serviço da dívida atingiu recorde de 26,7%.

Os dados do Banco Central também mostram que a inadimplência no crédito livre para famílias e empresas permaneceu em 6,6% em setembro, o maior patamar da série histórica para esse indicador.

 

Com informações da Reuters

 

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Bolsa tem maior queda pós-eleição desde 2002 e dólar dispara com reeleição de Lula

27/10/2026

Foto: Shutterstock

 

A confirmação da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último domingo (25) deflagrou a pior reação do mercado financeiro brasileiro em uma primeira sessão pós-eleição presidencial desde 2002. Nesta segunda-feira (26), o Ibovespa despencou quase 14%, enquanto o dólar registrou uma expressiva valorização de 8,2%, fechando cotado a R$ 5,40.

Historicamente, o maior recuo da Bolsa em um pregão pós-segundo turno nos últimos 24 anos havia sido de 4,4%, registrado em 2002. Já a maior alta do dólar no mesmo tipo de ocasião havia atingido 2,16%, em 2014. De acordo com analistas econômicos, o ajuste de forte intensidade reflete a surpresa com a virada do resultado eleitoral em relação ao primeiro turno e a rápida desmontagem de posições investidoras que apostavam na vitória da oposição, somadas ao ceticismo do mercado quanto à condução da política fiscal no novo mandato.

A intensidade do movimento repercutiu de forma imediata nos mercados internacionais e no mercado futuro de juros. “Em toda a minha trajetória no mercado, de algumas décadas, não me recordo de uma reprecificação tão intensa em apenas um dia: o EWZ [principal fundo de índices de ações brasileiras negociados em Nova York] caiu 27% antes da abertura, o dólar abriu em alta de mais de 10% e os juros futuros subiram cerca de 220 pontos-base. É um ajuste extraordinário, que revela uma mudança significativa na percepção de risco”, avalia Ronaldo Guimarães, economista, sócio e conselheiro da KAT Investimentos.

O ponto central de atenção para investidores e agentes do mercado financeiro agora se volta para o comportamento dos ativos nos próximos dias. O debate concentra-se em determinar se o choque inicial representa um exagero temporário sujeito a correções técnicas de curto prazo ou se sinaliza uma revisão estrutural e permanente nas expectativas para a trajetória econômica do país.

 

Com informações do UOL

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Receita envia cartas a 498 mil que estão na malha fina até o dia 20

08/10/2026

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

 

Os contribuintes que tiveram a Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF) 2026 retida na malha fina começaram a ser avisados pelo Fisco. A Receita Federal está encaminhando os avisos em lotes semanais até o dia 20 de outubro, para estimular a regularização voluntária antes de uma eventual intimação ou notificação.

Quem identificar algum erro na declaração pode fazer a correção por meio de uma declaração retificadora, sem precisar comparecer a uma unidade da Receita. A regularização antecipada reduz o risco de multas e de atraso no pagamento da restituição.

Como consultar

O contribuinte pode verificar a situação da declaração pelo serviço Meu Imposto de Renda, disponível no site da Receita Federal e no aplicativo do órgão para celulares. É necessário ter uma conta Gov.br nos níveis prata ou ouro.

No serviço, uma declaração retida na malha fina aparece com o status “Com Pendência”. Ao acessar a informação, o contribuinte consegue identificar o motivo da retenção e consultar as orientações para regularizar a situação.

Serviço

=    Quem recebe as cartas: 498.487 contribuintes;

=    Período de envio: de 5 a 20 de outubro;

=    Onde consultar: Meu Imposto de Renda, no site ou aplicativo da Receita;

=    Acesso: conta Gov.br nível prata ou ouro;

=    Sinal de pendência: status “Com Pendência”;

=    Como corrigir: declaração retificadora;

=    Atendimento presencial: não é necessário.

Como corrigir

Depois de consultar a pendência, o contribuinte deve conferir se os valores informados na declaração estão corretos e se possui documentos que comprovem as informações prestadas. Se houver erro ou omissão, é possível enviar uma declaração retificadora pelos canais digitais da Receita Federal. O procedimento deve ser feito antes de uma eventual intimação ou notificação. Segundo a Receita, essa iniciativa pode evitar o risco de multas e de atraso na restituição.

Caso a declaração esteja correta e o contribuinte tenha os documentos que comprovem as informações, a orientação é não fazer alterações. Nesse caso, é necessário guardar a documentação e aguardar eventual solicitação da Receita.

Erros mais comuns

A Receita Federal destaca alguns dos principais problemas que podem levar uma declaração à malha fina:

=    Esquecer de informar rendimentos recebidos de forma pontual durante o ano;

=    Não incluir rendimentos recebidos por dependentes;

=    Não informar todos os rendimentos de aposentadoria quando há mais de uma fonte pagadora;

=    Informar o ano errado de uma despesa médica;

=    Declarar valor diferente do efetivamente pago em uma despesa médica;

=    Incluir como despesa médica gastos que não são dedutíveis;

=    Informar Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) como despesa dedutível.

No caso do VGBL, a Receita esclarece que esse tipo de plano não é considerado previdência privada para fins de dedução do Imposto de Renda e, portanto, não pode ser utilizado para reduzir a base de cálculo do imposto.

Cartas

O objetivo do Projeto Cartas 2026 é permitir que o próprio contribuinte corrija eventuais inconsistências antes de uma ação formal do Fisco. Embora esteja enviando correspondências, os contribuintes que tiverem dúvida sobre a situação da declaração devem confirmar diretamente a existência de pendências pelo Meu Imposto de Renda.

 

Agência Brasil

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Endividamento das famílias chega a 49,9% da renda anual, aponta Banco Central

29/09/2026

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

 

O endividamento das famílias brasileiras chegou a 49,9% da renda anual em julho, segundo dados divulgados nesta terça-feira (29) pelo Banco Central (BC). O índice subiu 0,2 ponto percentual no mês e 1,1 ponto em 12 meses.

O comprometimento da renda com o pagamento de dívidas ficou em 28,7%, estável na comparação mensal, mas 1,4 ponto percentual acima do registrado um ano antes.

Em agosto, a taxa média de juros do crédito livre para pessoas físicas alcançou 61,7% ao ano, alta de 1,4 ponto percentual no mês e de 2,9 pontos em 12 meses. O cartão de crédito rotativo e o parcelado estão entre as modalidades que mais pressionaram o indicador.

A inadimplência das famílias também avançou e chegou a 6%, alta de 0,2 ponto percentual em relação a julho e de 1,1 ponto em 12 meses.

Apesar do cenário de juros elevados, o saldo de crédito livre para pessoas físicas cresceu 0,8% em agosto e atingiu R$ 2,6 trilhões, alta de 10,5% em 12 meses.

 

 

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Desenrola 3.0: veja como funcionará compra de dívidas

27/09/2026

Oportunidades de renegociação de dívidas

 

O Desenrola 3.0 terá uma nova modalidade de renegociação de dívidas para pessoas físicas inadimplentes. Criado pela Medida Provisória nº 1.393, publicada na sexta-feira (25), o programa permite que a União compre carteiras de dívidas em leilões e repasse integralmente aos consumidores o desconto obtido na operação.

A nova etapa apresenta uma diferença em relação às fases anteriores. Agora, o governo poderá atuar diretamente na compra dos débitos, enquanto nas etapas anteriores a renegociação ocorria entre credores e consumidores.

Segundo as estimativas apresentadas pelo governo, até R$ 150 bilhões em dívidas poderão ser elegíveis. Além disso, o programa tem potencial para alcançar até 15 milhões de pessoas.

Desenrola 3.0 terá dívidas de até R$ 10 mil

A nova modalidade será destinada a dívidas bancárias e não bancárias cujo valor original seja de até R$ 10 mil. No entanto, existem também critérios relacionados ao período de inadimplência.

Pelas regras divulgadas, a dívida precisa estar atrasada há mais de 720 dias e há menos de 1.645 dias, considerando 25 de setembro de 2026 como referência.

Assim, débitos com períodos de atraso dentro dessa faixa poderão entrar nos lotes que serão apresentados nos leilões. O Ministério da Fazenda também poderá estabelecer critérios adicionais relacionados à renda e à prioridade dos consumidores.

Entre as dívidas não bancárias estão débitos com empresas de água, energia, telefonia e varejo. Dessa forma, a medida não ficará restrita aos débitos contraídos com instituições financeiras.

Como funcionará a compra das dívidas

O processo começará com a realização de leilões para a compra das carteiras de dívidas. Os credores interessados apresentarão propostas com os descontos que estão dispostos a oferecer.

Depois, as propostas serão classificadas conforme o maior deságio apresentado. A União poderá adquirir as carteiras selecionadas e, posteriormente, transferirá integralmente o desconto obtido para o consumidor.

O desconto mínimo exigido nos leilões será de 90%. Por exemplo, uma dívida elegível de R$ 10 mil adquirida com o desconto mínimo passaria a ter saldo de R$ 1 mil para renegociação.

O consumidor poderá quitar esse valor à vista ou optar pelo parcelamento. Nesse caso, as condições, incluindo juros e prazo, ainda serão definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Quanto o programa poderá movimentar

A estimativa oficial considera que até R$ 150 bilhões em dívidas poderão participar da operação. Desse montante, o governo calcula que até R$ 75 bilhões poderão ser efetivamente renegociados.

Além disso, a previsão aponta para até 15 milhões de pessoas beneficiadas. O custo máximo estimado para a União adquirir as carteiras chega a R$ 15 bilhões, com os recursos previstos nos Projetos de Lei Orçamentária Anual de 2027 e 2028.

O governo também considera o tamanho da inadimplência no país. Dados apresentados na divulgação do programa apontam R$ 592 bilhões em dívidas inadimplidas registradas nos birôs de crédito em agosto de 2026.

Nesse universo, havia 83,9 milhões de pessoas negativadas, com média de quatro dívidas por consumidor. O valor médio chegava a R$ 7 mil por pessoa, enquanto cada dívida apresentava média de R$ 1,7 mil.

Quando começa o Desenrola 3.0

A implementação seguirá um cronograma definido pela medida provisória. Em novembro de 2026, está prevista a publicação do chamamento para que os credores apresentem suas propostas.

Em dezembro, os credores deverão entregar as propostas para participação nos leilões. Depois, em janeiro de 2027, ocorrerá a homologação das propostas selecionadas.

Finalmente, em fevereiro de 2027, está previsto o início da assinatura dos contratos e do repasse dos descontos aos devedores. A partir desse período, os consumidores poderão começar a quitar os valores à vista ou seguir as condições de parcelamento estabelecidas.

A medida provisória estabelece que o Desenrola 3.0 terá duração até 30 de junho de 2028. Como a iniciativa foi criada por MP, sua continuidade depende também da tramitação da medida no Congresso Nacional.

O que mudou em relação às fases anteriores

Nas duas primeiras etapas, o programa facilitou a negociação direta entre consumidores e credores. Agora, a principal mudança está na possibilidade de a União comprar as carteiras de dívidas com descontos obtidos em leilões.

As duas primeiras fases alcançaram milhões de brasileiros e envolveram diferentes modalidades de débitos. Na terceira etapa, o governo pretende concentrar a operação em dívidas com até R$ 10 mil de valor original e entre 720 e 1.645 dias de atraso.

 

Ponta Negra News

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IPCA-15 registra queda de 0,40% em agosto e acumula alta de 3,09% no ano

27/08/2026

Foto: Marcello Casal Jr

 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou queda de 0,40% em agosto de 2026, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma retração de 0,46 ponto percentual em relação à taxa de julho, que havia sido de 0,06%.

Com o novo resultado, o indicador acumula alta de 3,09% no ano. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA-15 registra avanço de 4,24%, abaixo dos 4,52% observados no período anterior.

A redução da prévia da inflação foi influenciada principalmente pelos grupos Habitação, Transportes e Alimentação e bebidas. Entre os destaques está a queda de 1,41% no grupo Habitação, que teve impacto de -0,22 ponto percentual no índice geral.

A energia elétrica residencial foi o principal fator de redução do indicador, com recuo de 6,25%. Segundo o IBGE, o resultado foi influenciado pela aplicação do Bônus de Itaipu, creditado nas contas de luz emitidas em agosto.

Além disso, a bandeira tarifária amarela permaneceu em vigor no mês, acrescentando R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. O levantamento também considerou reajustes tarifários em cidades como Curitiba, Porto Alegre e São Paulo.

Transportes e alimentos também registram queda

O grupo Transportes apresentou retração de 1,00% em agosto, após alta de 0,11% em julho. O resultado foi puxado principalmente pela redução de 13,30% nas passagens aéreas e pela queda de 1,43% nos combustíveis.

Entre os combustíveis pesquisados, houve recuo no preço do etanol (-3,63%), da gasolina (-1,23%) e do óleo diesel (-0,71%). Já o gás veicular apresentou alta de 1,42%.

A alimentação também contribuiu para a desaceleração da inflação. O grupo Alimentação e bebidas teve queda de 0,57%, com redução de 0,97% nos preços da alimentação dentro de casa.

Entre os produtos que ficaram mais baratos estão o tomate (-27,38%), a batata-inglesa (-25,14%), a cenoura (-17,05%) e o café moído (-2,31%). Por outro lado, o leite longa vida subiu 3,41% e as frutas tiveram alta de 3,11%.

A alimentação fora do domicílio apresentou alta de 0,42% em agosto, abaixo do resultado registrado em julho, quando havia avançado 0,55%.

Despesas pessoais e saúde têm alta

Na contramão das quedas, o grupo Despesas pessoais apresentou alta de 0,66%, influenciado principalmente pelo reajuste no preço do cigarro, que subiu 5,56% a partir de agosto.

O grupo Educação também teve avanço, com alta de 0,46%, impulsionada pelos reajustes nos cursos regulares, especialmente ensino fundamental e ensino superior.

Já Saúde e cuidados pessoais registrou aumento de 0,40%. O resultado foi influenciado pela alta dos artigos de higiene pessoal e pelo reajuste dos planos de saúde autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Todas as regiões pesquisadas tiveram queda

O IBGE informou que todas as 11 áreas pesquisadas apresentaram variação negativa em agosto.

A maior queda foi registrada em Curitiba, com -0,82%, influenciada pela redução nos preços das passagens aéreas e da energia elétrica residencial. Em São Paulo, a variação foi de -0,06%.

Para calcular o IPCA-15 de agosto, o IBGE coletou preços entre 16 de julho e 14 de agosto de 2026, comparando com os valores registrados entre 17 de junho e 15 de julho.

O indicador considera famílias com renda de um a 40 salários mínimos e acompanha os preços de produtos e serviços nas principais regiões metropolitanas do país, além de Brasília e Goiânia.

 

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FPM: União repassa mais de R$ 2,42 bilhões aos municípios no segundo decêndio de julho

19/07/2026

FPM continua em crescimento em 2023. ICMS em queda - ABM

Imagem: Brasil 61 

 

Mais de R$ 2,42 bilhões serão distribuídos aos municípios brasileiros nesta segunda-feira (20) por meio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

O montante corresponde ao segundo decêndio de julho e é cerca de 2% maior do que o transferido no mesmo período do ano passado, quando os repasses somaram R$ 2,38 bilhões.

O especialista em orçamento público Cesar Lima avalia que o segundo decêndio de julho confirma um primeiro semestre positivo para o FPM. No entanto, ele ressalta que a alta da inflação nos últimos meses deve ser considerada na análise do crescimento dos repasses.

“Esse decêndio vem 2% maior que o do ano passado. Fechamos um primeiro semestre positivo. Contudo, não devemos esquecer que tivemos uma alta inflacionária nos últimos meses por conta da conjuntura internacional e da crise do petróleo. Temos que avaliar o quanto esse crescimento foi positivo em termos reais. Até o momento, os valores vêm correspondendo às expectativas. Agora, é importante que o gestor aproveite a parcela extra de 1% recebida neste mês para colocar as contas dos municípios em dia”, destaca Lima. 

No dia 10 de julho, os municípios brasileiros receberam junto com a primeira parcela de julho do FPM a parcela extra de 1%, que ultrapassou R$ 9,9 bilhões. O valor extra é garantido pela Emenda Constitucional 84/2014 e os recursos já são esperados pelas prefeituras.

 

Fonte: Brasil 61

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RN já arrecadou R$ 14,6 bilhões em impostos este ano; alta foi de quase R$ 500 milhões no semestre

03/07/2026

Foto: Reprodução

 

O RN já arrecadou R$ 14,6 bilhões em impostos no primeiro semestre de 2026. O valor representa um aumento de quase R$ 500 milhões em relação ao mesmo período do ano passado, quando a arrecadação foi de R$ 14,15 bilhões.

Os dados são do Impostômetro, ferramenta da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que reúne tributos federais, estaduais e municipais e faz atualização diária dos valores arrecadados em todo o país.

No total, a arrecadação do RN teve crescimento de 3,44% no período. O montante equivale a 0,64% da arrecadação nacional, que chegou a R$ 2,03 trilhões no primeiro semestre deste ano.

No ranking do Nordeste, o estado aparece entre os menores volumes arrecadados. Fica à frente apenas de Alagoas e Piauí, enquanto estados como Sergipe, Bahia e Pernambuco registram valores mais elevados no mesmo período.

De acordo com o economista Helder Cavalcanti, o crescimento está relacionado a fatores como aumento do consumo e reajustes de preços na economia. Ele observa, porém, que o avanço da arrecadação não indica, automaticamente, maior robustez econômica.

Segundo ele, é necessário avaliar outros indicadores, como inflação, emprego, renda e produção.

“O aumento da arrecadação precisa ser analisado junto com esses fatores. Uma arrecadação saudável depende de crescimento econômico real, e não apenas da elevação de preços ou da carga tributária”, afirmou, em entrevista a Tribuna do Norte.

 

 

 

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Dívida pública do Brasil bate recorde e ultrapassa R$ 9 trilhões pela 1ª vez

30/06/2026

Foto: Reprodução

 

A dívida pública do Brasil ultrapassou pela primeira vez a marca de R$ 9 trilhões. Os dados foram divulgados pelo Tesouro Nacional e mostram que o estoque da dívida passou de R$ 8,798 trilhões, em abril, para R$ 9,033 trilhões, em maio.

Segundo o Tesouro, o aumento ocorreu porque o governo emitiu mais títulos públicos do que resgatou durante o mês. Além disso, os juros também contribuíram para elevar o valor total da dívida.

Só em maio, foram emitidos R$ 166,23 bilhões em títulos públicos, o maior volume para um único mês desde o início da série histórica. No mesmo período, os resgates somaram R$ 30,62 bilhões.

A maior parte da dívida está no mercado interno, que chegou a R$ 8,692 trilhões. A parcela da dívida externa alcançou R$ 340,49 bilhões, influenciada também pela valorização do dólar.

O Tesouro Nacional informou que, apesar do novo recorde, o valor da dívida permanece dentro da faixa prevista pelo Plano Anual de Financiamento para 2026, que estima um estoque entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões até o fim do ano.

 

 

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Restituição do Imposto de Renda destina R$ 193,8 milhões a mais de 100 mil contribuintes no RN

23/06/2026

Foto: Marcelo Casall

 

Mais de 101 mil contribuintes do Rio Grande do Norte foram contemplados no segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026. Ao todo, 101.308 potiguares vão receber R$ 193.886.177,73, com o crédito bancário previsto para o dia 30 de junho. A consulta foi liberada pela Receita Federal na manhã desta terça-feira (23).

Em todo o país, o segundo lote da restituição contempla 9.585.797 contribuintes e soma R$ 16 bilhões, tornando-se o maior da história em número de beneficiados. O valor iguala o recorde registrado no primeiro lote, pago em maio.

Somando os dois primeiros lotes de 2026, a Receita Federal prevê devolver R$ 32 bilhões a aproximadamente 18,3 milhões de contribuintes, o equivalente a cerca de 80% do total estimado de restituições deste ano. Segundo o órgão, a agilidade no processamento das declarações permitiu antecipar os pagamentos, beneficiando tanto os contribuintes com prioridade legal quanto aqueles que utilizaram a declaração pré-preenchida e optaram por receber a restituição via PIX.

Além do Rio Grande do Norte, outros estados da região também foram contemplados com valores expressivos neste segundo lote de restituição. Em Pernambuco, 252.159 contribuintes receberão R$ 501.280.331,27. Somente em Caruaru, serão beneficiados 50.245 contribuintes, com pagamentos que somam R$ 74.699.258,52.

Na Paraíba, 100.048 contribuintes terão direito à restituição, totalizando R$ 185.135.234,40. Já em Alagoas, 81.064 contribuintes receberão R$ 147.133.726,27.

 

Tribuna do Norte

 

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O BOLSO SOFRE: Arrecadação com IPVA dispara e ultrapassa R$ 90 bilhões em 2025

15/06/2026

Foto: Reprodução

 

A arrecadação dos estados com o IPVA voltou a crescer em 2025 e ultrapassou a marca de R$ 90,6 bilhões em todo o país. Os dados são de levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), que aponta aumento da receita obtida pelos governos estaduais com o imposto cobrado dos proprietários de veículos.

Segundo o estudo, a Bahia registrou o maior crescimento real de arrecadação entre os estados brasileiros. A receita com o IPVA no estado avançou 19,69% em comparação com 2024. Na sequência aparecem Maranhão, com alta de 9,68%, Amazonas, com crescimento de 9,61%, e Acre, com avanço de 6,23%.

Por outro lado, nove estados registraram queda real na arrecadação do imposto. As maiores reduções foram observadas em Pernambuco (-5,20%), Espírito Santo (-3,81%) e Paraíba (-2,82%), conforme a coluna de Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O levantamento também mostra aumento no valor médio pago pelos contribuintes. Em 2024, a arrecadação média por habitante era de R$ 698,79. Em 2025, o valor passou para R$ 702,42.

O IPVA é uma das principais fontes de arrecadação dos estados e parte dos recursos também é destinada aos municípios.

Haja bolso. Enquanto a arrecadação segue em alta, o valor médio recolhido por habitante também aumentou em relação ao ano passado.

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Procon Natal registra redução nos preços da gasolina, diesel e etanol

12/06/2026

Foto: Divulgação

 

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal) realizou, neste mês de junho, uma pesquisa de preços de combustíveis na capital potiguar. O levantamento identificou redução nos valores da gasolina comum, do diesel S-10 e do etanol em comparação com a pesquisa anterior. A gasolina comum apresentou queda média de 2,64%. Já o diesel S-10 registrou redução de 0,31%, enquanto o etanol apresentou a maior variação negativa, com queda de 7,26%.

O único combustível que apresentou aumento foi o gás natural veicular (GNV), com reajuste de 0,53%. O preço médio passou de R$ 5,09 para R$ 5,12. Segundo o levantamento, a alta está relacionada ao reajuste anunciado pela Petrobras em maio. No Rio Grande do Norte, o repasse aos postos foi de aproximadamente 3,97%, o equivalente a cerca de R$ 0,15 por metro cúbico.

A pesquisa foi realizada em 86 postos de combustíveis da cidade. Entre os estabelecimentos pesquisados, 71% reduziram os preços do etanol, 48% registraram queda na gasolina comum e 41% diminuíram os valores do diesel S-10. Na região Sul, todos os postos pesquisados apresentaram redução no preço da gasolina comum em relação ao mês anterior.

No levantamento por região, o etanol mais barato foi encontrado na Zona Norte, com preço médio de R$ 5,32. O diesel comum também registrou o menor valor médio nessa região, custando R$ 6,86. Na Zona Leste foram encontrados os menores preços médios da gasolina comum (R$ 6,72) e da gasolina aditivada (R$ 6,76). Já o gás natural veicular apresentou menor preço médio na Zona Sul, a R$ 5,05. O diesel S-10 mais barato foi identificado nas zonas Oeste e Leste, com média de R$ 7,18.

Apesar da redução observada no período, o Procon Natal orienta os consumidores a pesquisarem antes de abastecer. O etanol apresentou a maior diferença entre o menor e o maior preço encontrado, variando de R$ 4,69 a R$ 5,99. A diferença de R$ 1,30 representa uma variação de 27,62%. O menor valor foi encontrado no bairro de Igapó, na Zona Norte.

Diferença do diesel chegou a R$ 1,40

No caso do diesel S-10, a diferença chegou a R$ 1,40. O menor preço encontrado foi de R$ 6,89, enquanto o maior chegou a R$ 8,29, o que representa uma variação de 20,32%.

Já a gasolina comum apresentou diferença de R$ 0,89 entre o menor e o maior valor pesquisado. O combustível foi encontrado por R$ 6,60 no bairro Cidade da Esperança, na Zona Oeste, e por até R$ 7,49 em outros estabelecimentos, resultando em uma variação de 13,48%.

O levantamento também aponta que os consumidores da Zona Norte registraram uma economia média de R$ 0,62 por litro de etanol em relação ao mês anterior. Na gasolina comum, a maior redução foi observada na Zona Sul, com queda média de R$ 0,25 por litro.

O Procon Natal orienta os consumidores a continuarem atentos às variações de preços. Caso sejam identificados valores significativamente acima da média de mercado, denúncias podem ser feitas mediante apresentação do cupom fiscal na sede do órgão, localizada na Rua Ulisses Caldas, nº 181, Cidade Alta, ou pelos canais de atendimento: (84) 98812-3865 e e-mail procon.natal@natal.gov.br.

 

Ponta Negra News

 

 

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Economia

Inflação dispara acima da meta e mercado acende alerta para economia brasileira

09/06/2026

Inflação dispara e supera meta pela 8ª semana seguida; mercado já prevê  juros mais altos e

A expectativa do mercado financeiro para a inflação oficial do Brasil voltou a subir e alcançou 5,11% para 2026, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (8) pelo Banco Central (BC). A nova projeção, publicada no Boletim Focus, representa a décima terceira alta consecutiva e mantém o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acima do teto da meta estabelecida pelo governo federal.

A elevação das estimativas ocorre em meio aos impactos da guerra no Oriente Médio, que vem pressionando os preços dos combustíveis e ampliando as preocupações com a inflação nos próximos meses. O índice projetado supera o limite máximo de 4,5% definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

A meta de inflação para este ano é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Dessa forma, o intervalo considerado aceitável varia entre 1,5% e 4,5%.

Guerra e alimentos pressionam preços

Apesar da piora nas projeções para o ano, a inflação acumulada em 12 meses chegou a 4,39% em abril, permanecendo dentro do limite da meta. No mês, o IPCA avançou 0,67%, impulsionado principalmente pelo aumento dos preços dos alimentos. O resultado de maio será divulgado na próxima sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicador que poderá influenciar as próximas expectativas do mercado.

Para os anos seguintes, os analistas mantiveram perspectivas mais moderadas. A projeção para 2027 passou de 4,02% para 4,03%, enquanto as estimativas para 2028 e 2029 permanecem em 3,65% e 3,5%, respectivamente.

Selic segue no radar do Banco Central

Principal ferramenta de controle da inflação, a taxa básica de juros, a Taxa Selic, está atualmente em 14,5% ao ano. A definição cabe ao Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que promoveu em abril o segundo corte consecutivo dos juros, reduzindo a taxa em 0,25 ponto percentual.

Entre junho de 2025 e março deste ano, a Taxa Selic permaneceu em 15% ao ano, maior patamar registrado em quase duas décadas. O movimento de redução dos juros ocorreu em um contexto de desaceleração inflacionária, mas o conflito no Oriente Médio voltou a gerar incertezas para a condução da política monetária.

Na ata da última reunião, o Banco Central informou que acompanha os desdobramentos do cenário internacional e os possíveis efeitos de um prolongamento da guerra sobre os preços no Brasil. O próximo encontro do Copom está marcado para os dias 16 e 17 de junho.

Mercado prevê juros elevados por mais tempo

As instituições financeiras também revisaram para cima a expectativa da Taxa Selic ao final de 2026. A projeção passou de 13,25% para 13,5% ao ano. Para 2027, a previsão é de redução para 11,5% ao ano. Em 2028 e 2029, a expectativa é de que os juros fiquem em 10% ao ano.

Juros mais altos costumam ser utilizados para reduzir o consumo e conter a inflação, já que encarecem o crédito e incentivam a poupança. Em contrapartida, podem limitar investimentos, produção e crescimento econômico. Quando ocorre o movimento inverso, com redução da Taxa Selic, o crédito tende a ficar mais barato, favorecendo a atividade econômica.

O Boletim Focus também trouxe leve melhora nas projeções para a atividade econômica. A expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 passou de 1,9% para 1,91%. Para 2027, a previsão continua em 1,7%, enquanto para 2028 e 2029 o mercado estima expansão de 2% em ambos os anos.

Dados do IBGE mostram que a economia brasileira avançou 1,1% no primeiro trimestre de 2026 em comparação com os três meses anteriores. No acumulado de 12 meses, o crescimento chegou a 2%. Já em 2025, o país registrou expansão de 2,3%, alcançando o quinto ano consecutivo de crescimento econômico.

Em relação ao câmbio, a previsão para a cotação do dólar ao final deste ano permanece em R$ 5,15. Para o encerramento de 2027, a estimativa do mercado financeiro é de que a moeda norte-americana alcance R$ 5,20.

 

BNews Natal

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Economia

Dólar volta a passar de R$ 5 e Bolsa amarga pior sequência desde janeiro

20/05/2026

Dólar volta a subir e fecha a semana valendo R$ 6,10

Foto: reprodução

 

A Bolsa de Valores brasileira voltou a registrar forte queda nesta terça-feira (19) e atingiu o menor nível desde janeiro deste ano. O movimento foi acompanhado pela alta do dólar, que voltou a fechar acima de R$ 5 em meio ao aumento das tensões internacionais e das incertezas políticas no Brasil.

O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o dia aos 174.279 pontos, com recuo de 1,52%. Foi o terceiro pregão consecutivo de perdas para o mercado brasileiro, ampliando o clima de cautela entre investidores.

Já o dólar comercial fechou cotado a R$ 5,041, com alta de aproximadamente 0,85%. Durante a sessão, a moeda chegou a se aproximar de R$ 5,06, refletindo o fortalecimento global do dólar e a fuga de investidores de mercados considerados mais arriscados.

Tensão internacional pressiona mercados

O cenário externo voltou a pesar sobre os ativos brasileiros, principalmente após a escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã. O mercado também reagiu à possibilidade de o Federal Reserve, banco central americano, manter os juros elevados por mais tempo nos Estados Unidos.

A combinação entre juros altos, petróleo em patamares elevados e incertezas geopolíticas aumentou a aversão global ao risco. Com isso, investidores passaram a direcionar recursos para ativos considerados mais seguros, pressionando moedas de países emergentes, como o real.

No mercado brasileiro, ações do setor financeiro lideraram as perdas do Ibovespa. Empresas ligadas à mineração também contribuíram para a queda da Bolsa, após a desvalorização do minério de ferro no mercado internacional.

Outro fator que aumentou a cautela foi o cenário político doméstico. Investidores reagiram a novas pesquisas eleitorais e à repercussão envolvendo o senador Flávio Bolsonaro no contexto das investigações relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Dados da B3 apontam ainda uma retirada líquida de aproximadamente R$ 9,6 bilhões de investidores estrangeiros apenas neste mês de maio.

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Economia

Imposto de Renda 2026 já soma 15 milhões de declarações; veja como fazer

26/04/2026

Mudança nas faixas do Imposto de Renda é a maior atualização da tabela nas últimas décadas.

 

O Imposto de Renda 2026 já recebeu mais de 15 milhões de declarações em todo o Brasil. Segundo dados da Receita Federal, até o momento foram enviados 15.031.247 documentos referentes ao ano-base 2025. Além disso, a expectativa do órgão é atingir cerca de 44 milhões de declarações até o fim do prazo.

De acordo com a Receita, o ritmo de envio está mais acelerado em comparação ao ano passado. Isso ocorre, principalmente, devido à liberação da declaração pré-preenchida desde o início do período. Como resultado, mais de 60% dos contribuintes utilizaram essa ferramenta para facilitar o preenchimento.

Imposto de Renda 2026: como declarar e prazos

Para declarar o Imposto de Renda 2026, o contribuinte deve baixar o programa oficial da Receita Federal e preencher os dados pessoais, rendimentos e despesas. Além disso, quem possui conta Gov.br nível prata ou ouro pode optar pela versão pré-preenchida, que traz informações automáticas.

O prazo de envio segue aberto até o dia 29 de maio. No entanto, quem perder a data ainda poderá enviar a declaração, mas terá que pagar multa. O valor mínimo é de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido, conforme o tempo de atraso.

Devem declarar, por exemplo, pessoas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 no ano. Também entram na lista aqueles que tiveram rendimentos isentos superiores a R$ 200 mil ou realizaram operações na bolsa de valores. Além disso, contribuintes com bens acima de R$ 800 mil até dezembro de 2025 precisam prestar contas.

Restituição e cuidados com golpes

As restituições serão pagas em quatro lotes neste ano. O primeiro está previsto para 29 de maio, enquanto os demais ocorrem em junho, julho e agosto. Por outro lado, erros na declaração podem levar o contribuinte à chamada malha fina. Nesse caso, é possível corrigir os dados por meio de retificação.

Especialistas alertam para golpes durante o período de entrega. Criminosos criam sites falsos e enviam mensagens fraudulentas para roubar dados pessoais. Portanto, é fundamental acessar apenas canais oficiais e evitar clicar em links suspeitos.

 

Ponta Negra News

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Economia

Governo estima aumentar salário mínimo para R$ 1.717 em 2027

17/04/2026

Governo federal oficializa salário mínimo de R$ 1.621 em 2026 - TV Pampa

O governo federal estima que o salário mínimo suba para R$ 1.717 em janeiro de 2027, com pagamento a partir de fevereiro.

A projeção está no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027, que será enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional.

A LDO é a norma que define as metas e prioridades do governo para o ano seguinte. Ela precisa ser aprovada pelo Congresso e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual, que representa o Orçamento do ano.

Atualmente, o salário mínimo está em R$ 1.621, após um reajuste de 6,79% concedido neste ano.

Com isso, o reajuste do salário mínimo em 2026, se confirmada a projeção da área econômica, será 5,92%, o equivalente a R$ 96. O valor, entretanto, ainda pode mudar. O salário mínimo definitivo só será conhecido em dezembro deste ano — quando será divulgado o INPC de novembro.

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Economia

Banco Central prepara novidades para o Pix em meio à polêmica entre Brasil e EUA

06/04/2026

Foto: Reprodução/Redes sociais

 

O Banco Central prepara novidades para o Pix. O meio de pagamento, que já faz parte do dia a dia dos brasileiros, está no centro de uma polêmica internacional entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos.

O gesto já é automático: para pagar o cafezinho ou fechar um negócio, o brasileiro faz um Pix. Em cinco anos, a ferramenta revolucionou a economia e, no ano passado, atingiu a marca de R$ 35 trilhões movimentados.

O sucesso gerou críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou que o sistema prejudica empresas de cartões. Em resposta, o presidente Lula disse que o Brasil não vai recuar.

Novidades

Mesmo com a disputa, o Banco Central trabalha em melhorias. Ainda este ano, o “Pix cobrança”, que une QR Code ao boleto, se tornará obrigatório. Outra novidade é a “duplicata”, que permitirá a empresários antecipar recebíveis com custos menores.

Até o fim do ano, o sistema deve ganhar o “split”, que divide automaticamente impostos no momento da compra. Também estão em estudo o Pix internacional, pagamentos por aproximação, uso sem internet, Pix em garantia e o parcelamento, com expectativa de ampliar a concorrência e reduzir juros.

 

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