General Heleno poderá deixar deixar prisão nos próximos dias
28/11/2025

Foto: Agência Brasil
A defesa do general Augusto Heleno, ex-ministro do GSI condenado a 21 anos de prisão, protocolou um pedido de prisão domiciliar humanitária junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) com base em laudos médicos que atestam seu diagnóstico de Alzheimer. O general, que foi preso em 25 de novembro de 2025, relatou no exame de corpo de delito que convive com a doença desde 2018.
Augusto Heleno foi detido no Comando Militar do Planalto (CMP) em Brasília, para cumprimento de pena por participação na trama golpista.
Durante o exame de corpo de delito obrigatório, o general da reserva, de 78 anos, informou à equipe médica que possui “Demência de Alzheimer em evolução desde 2018, com perda de memória recente importante”. Ele também mencionou problemas de hipertensão e prisão de ventre.
A família e a defesa de Heleno confirmaram a existência de documentos e laudos médicos (exames de imagem, testes neuropsicológicos) que comprovam a condição clínica e devem embasar o pedido de progressão para o regime domiciliar, alegando que o encarceramento pode agravar o quadro de saúde.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, está analisando os pedidos de relaxamento de pena e avaliações médicas de Heleno e de outros envolvidos presos no mesmo processo. A defesa também solicitou que a audiência de custódia e o exame médico fiquem sob sigilo.
Até o momento, a decisão sobre a concessão da prisão domiciliar ainda não foi proferida pelo STF.
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