Conselho de Paz de Trump: quem disse ‘sim’ ou ‘não’ e quem ainda avalia adesão
22/01/2026

Imagem: AFP/Getty Images
O Conselho de Paz, lançado por Donald Trump durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, busca articular cooperação internacional para a resolução de conflitos, com foco inicial na Faixa de Gaza. Desde o anúncio, países confirmaram adesão, recusaram o convite ou seguem avaliando a proposta.
O Brasil foi convidado. Trump afirmou que o presidente Lula teria “um grande papel” no conselho, mas o governo brasileiro ainda não respondeu oficialmente.
Países que confirmaram adesão
No Oriente Médio, aceitaram o convite Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Jordânia e Catar. Na Ásia, Paquistão, Indonésia, Vietnã, Uzbequistão e Cazaquistão.
Entre membros da OTAN, Hungria e Turquia confirmaram participação. Na Europa, Kosovo, Belarus, Armênia e Azerbaijão aderiram. Na África, Marrocos e Egito manifestaram interesse.
Na América do Sul, Argentina e Paraguai confirmaram entrada. Israel também aceitou participar, e facções palestinas apoiaram a criação de um comitê de transição para administrar Gaza sob supervisão do conselho.
Países que recusaram
Noruega, Suécia, Itália e França rejeitaram a proposta. A China também recusou e afirmou que seguirá priorizando um sistema internacional centrado na ONU.
Países que ainda avaliam
Alemanha, Reino Unido, Canadá, Índia, Tailândia e Japão não se posicionaram. A Rússia demonstrou interesse, mas ainda não confirmou adesão. A Ucrânia informou que analisa o convite, embora o presidente Volodymyr Zelensky tenha manifestado ceticismo quanto a negociações com Moscou.
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