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Relatório da CPMI do INSS pede prisão preventiva de Lulinha

27/03/2026

O relatório final da CPMI do INSS coloca o filho do presidente Lula (PT), conhecido como Lulinha, no centro da disputa política que marca a fase final dos trabalhos do colegiado. O documento, elaborado pelo relator Alfredo Gaspar (PL-AL), sugere o indiciamento do empresário por suposta participação no esquema de fraudes em aposentadorias.

Segundo o texto, com mais de 4 mil páginas, Lulinha teria sido beneficiado por operadores do esquema, incluindo a compra de passagens aéreas. O relator atribui ao filho do presidente os crimes de organização criminosa e corrupção passiva.

O nome de Lulinha aparece entre dezenas de pessoas citadas ao longo da investigação. Ele é um entre mais de uma centena de indiciados sugeridos no relatório, que também deve atingir ao menos um senador e dois deputados federais.

Enquanto o relatório de Gaspar aponta supostos vínculos de pessoas ligadas ao atual governo com o esquema, a versão alternativa elaborada pela base governista busca destacar a origem das irregularidades em gestões anteriores, com foco em nomes associados ao governo Jair Bolsonaro.

 

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