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Justiça mantém afastada vice-prefeita acusada de desviar R$ 41 mil para amarração amorosa

19/06/2026

Foto: Redes sociais

 

A Justiça de São Paulo (TJSP), manteve o afastamento da vice-prefeita e ex-secretária de saúde de Ribeira, no interior do estado, Juliana Maria Teixeira da Costa. Ela é acusada de fraudar licitações e de desviar R$ 41,2 mil do Fundo Municipal de Saúde para contratar um serviço de “amarração amorosa”.

De acordo com uma denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP), a vice-prefeita usou recursos públicos para pagar um “casamento espiritual” com o então coordenador municipal de saúde, Lauro Olegário da Silva Filho. O objetivo era de que Lauro, que é casado, se afastasse da esposa e mantivesse um relacionamento extraconjugal com ela.

A defesa de Juliana Maria Teixeira da Costa havia entrado com um habeas corpus pedindo a revogação das medidas impostas pela Comarca de Apiaí (SP), sob alegação de que eram “desnecessárias e desproporcionais” e de constrangimento ilegal.

Entre as medidas cautelares, estava o afastamento do cargo e a proibição de acesso à Prefeitura de Ribeira e às secretarias municipais, bem como do contato com testemunhas.

Os desembargadores, no entanto, rejeitaram o pedido. No despacho, assinado em 9 de junho, o relator Ronaldo Sérgio Moreira da Silva descartou constrangimento ilegal e disse que as medidas eram adequadas e menos gravosas do que a prisão.

Juliana está afastada da vice-prefeitura de Ribeira desde 4 de agosto de 2025. De acordo com a Promotoria, o dinheiro desviado teria sido recebido pela empresa W. F. Da Silva Treinamentos Ltda., que tinha contrato com o município, e em seguida, repassado a uma vidente. Além de Juliana, Lauro e o empresário Willian Felipe da Silva, dono da W.F. Da Silva Treinamentos, também foram acusados de participar do esquema.  Via 

 

Metrópoles

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