Madrasta de menino de 3 anos tinha dever de proteção e pode responder por omissão, diz delegado
07/08/2026

A participação da madrasta de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, é investigada pela Polícia Civil no inquérito que apura a morte da criança. Segundo o delegado Eduardo Menezes, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Palmas (TO), não há, até o momento, provas de que Kathellen Moreira tenha participado diretamente das agressões, mas a investigação apura se houve omissão.
De acordo com o delegado, Kathellen tinha funções de cuidado com Gustavo nos períodos em que o menino ficava na casa do pai, o advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa. Em depoimento, ela afirmou que realizava tarefas como dar banho, organizar refeições e acompanhar a rotina da criança.
A polícia avalia se ela pode ser considerada uma garantidora, pessoa que tinha o dever legal de proteção, e se poderá responder caso seja comprovado que deixou de impedir possíveis agressões.
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Via @jornalopcaotocantins /Foto: Reprodução
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