MPF realiza visita ao aeroporto de São Gonçalo do Amarante
01/06/2014
MPF realiza visita ao aeroporto de São Gonçalo do Amarante
A procuradora regional dos Direitos do Cidadão, Caroline Maciel,
realizou uma visita, na noite desse sábado (31), ao recém-inaugurado
aeroporto de São Gonçalo do Amarante. A representante do Ministério
Público Federal (MPF) foi ao local verificar algumas das inadequações
apontadas por órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) e a Receita Federal. Ela constatou, in loco, os problemas que
lhe foram apresentados durante a reunião realizada horas antes, na sede
da Procuradoria da República no Rio Grande do Norte.
Uma reunião entre o MPF e representantes da empresa que administram o
novo aeroporto deverá ser realizada no início desta semana, na qual a
procuradora pretende tratar das medidas que deverão ser tomadas para
adequar toda infraestrutura, sobretudo no tocante às condições
sanitárias, bem como definir prazos para que essas medidas se
concretizem.
Internacionais – Durante a reunião realizada no sábado à tarde, o
Ministério Público Federal e representantes da Receita Federal, Anvisa,
Infraero, Polícia Federal e Sistema de Vigilância Agropecuária
Internacional (Vigiagro) acordaram que a solução mais viável para o
desembarque dos voos internacionais que cheguem ao Rio Grande do Norte,
nos próximos dias, é que os mesmos pousem no aeroporto Augusto Severo,
até que o novo aeroporto de São Gonçalo receba a estrutura necessária da
alfândega.
Na reunião, chegou-se à conclusão que, até o alfandegamento do novo
aeroporto, os aviões vindos do exterior devem descer no Augusto Severo,
onde toda a estrutura necessária já existe, inclusive, permaneceu pronta
para que pudesse receber as delegações internacionais que chegarão para
a Copa. O entendimento já foi repassado à Agência Nacional de Aviação
Civil (Anac), responsável pela definição sobre o destino desses voos.
“O Ministério Público Federal espera que os interesses políticos e
econômicos não se sobreponham às questões técnicas, e, sobretudo, que
seja resguardado o interesse da sociedade”, explica a procuradora da
República Caroline Maciel.
Assessoria de Comunicação

