Mundo
Economia Venezuela passa a taxar produtos brasileiros que eram isentos, dizem exportadores
26/07/2025

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Exportadores brasileiros foram surpreendidos pela cobrança, por parte da Venezuela, de uma taxa de importação que até então era isenta para produtos do Brasil que entram no país. Empresas de Roraima, Estado que destina 70% de suas exportações para o território venezuelano, com o qual faz fronteira, foram as principais impactadas, de acordo com grupos empresariais.
Segundo a Câmara Venezuelana Brasileira de Comércio e Indústria de Roraima, a cobrança começou a ser feita no dia 18 de julho. O Brasil tem um acordo bilateral com a ditadura chavista que isenta a cobrança da taxa de importação ad valorem (cobrada sobre o valor do item) de produtos que entram no país com certificado de origem.
O Ministério das Relações Exteriores disse estar acompanhando, em coordenação com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), os relatos de dificuldades enfrentadas por exportadores brasileiros.
“A Embaixada do Brasil em Caracas está apurando, junto às autoridades venezuelanas responsáveis, elementos para esclarecer a natureza da situação, com vistas à normalização da fluidez no comércio bilateral, regido pelo Acordo de Complementação Econômica nº 69 (ACE 69), que veda a cobrança de imposto de importação entre os dois países“, afirmou o Itamaraty.
Cada produto tem um grau de isenção, que chega a ser total em alguns casos. Com o fim da isenção, houve cobrança de uma taxa de 40% para produtos como açúcar e margarina; a farinha de trigo foi taxada em 20%, segundo a instituição de exportadores.
A cobrança, que até então era isenta, é feita a empresas venezuelanas após a taxação de 1% pelos serviços aduaneiros e de 16% do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que é o imposto sobre bens e serviços da Venezuela.
“O impacto é terrível. Os impostos são cobrados em cascata e aí fica inviável. Nesse caso, sofremos todos porque a demanda da Venezuela por produtos alimentícios tem sido constante”, disse o presidente da entidade empresarial, Eduardo Oestreicher, ao Estadão.
Segundo ele, ainda não há explicações técnicas nem políticas para a taxação. O imposto é é pago pela empresa da Venezuela, que pode recorrer a mercados com preços mais competitivos, como Colômbia, México e Turquia, o que preocupa os empresários brasileiros.
Em 2024, o comércio entre o Brasil e a Venezuela atingiu US$ 1,6 bilhão, sendo US$ 1,2 bilhão em exportações brasileiras – o que representa 0,4% do total exportado pelo país naquele ano, diz o Itamaraty na nota.
Em nota, a Federação das Indústrias do Estado de Roraima afirma que já iniciou investigações internas para apurar as causas do ocorrido. ”Paralelamente, estamos em contato direto com autoridades competentes tanto da Venezuela quanto do Brasil, buscando esclarecimentos detalhados e soluções ágeis para normalizar o fluxo comercial bilateral”, diz o texto.
Já a Secretaria de Planejamento do governo de Roraima afirmou que acompanha com preocupação as informações sobre a elevação da alíquota do imposto do governo venezuelano que atinge diretamente produtos de origem brasileira exportados pelo Estado.
“A Venezuela é atualmente o principal parceiro comercial de exportações do Estado, sendo responsável por mais de 70% da movimentação externa registrada nos últimos anos. Qualquer medida que encareça os produtos brasileiros no mercado venezuelano afeta significativamente a competitividade das nossas mercadorias”, diz a nota.
O governo estadual diz ainda que está em contato com o Ministério das Relações Exteriores, o Ministério da Fazenda e demais autoridades federais, “buscando esclarecimentos e alternativas diplomáticas para preservar o equilíbrio da relação comercial entre os dois países”.
Estadão
Essa publicação é um oferecimento
Casa Branca avalia que Brasil não se engajou nem fez propostas significativas para reduzir tarifas
26/07/2025

Foto: Kent Nishimura/Reuters
Um integrante do governo dos Estados Unidos afirmou à Folha que a Casa Branca avalia não ter percebido envolvimento relevante ou recebido ofertas significativas por parte do Brasil na negociação em torno das tarifas de 50% anunciadas por Donald Trump sobre produtos importados do país.
A percepção é formada a uma semana do prazo programado para as sobretaxas entrarem em vigor, em 1º de agosto. O governo dos EUA prepara um decreto para instituir a medida.
Apesar da afirmação dessa autoridade americana, negociadores brasileiros vêm dizendo que o processo formal de tratativas está travado, à espera de um sinal verde justamente da Casa Branca. Eles afirmam ter feito ofertas aos EUA antes mesmo de Trump anunciar a elevação da tarifa de 10% para 50%.
O governo brasileiro, no entanto, não fez e afirma que não fará concessões relativas à parte política da carta em que o presidente americano justifica as tarifas. O presidente americano disse que vai aplicá-las, em parte, devido “a caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Por ora, os brasileiros dizem que o governo americano mantém silêncio sobre as ofertas que foram feitas
A equipe do ministro Fernando Haddad (Fazenda) tentou contato com o homólogo nos EUA, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, mas recebeu como resposta a informação de que o processo está na Casa Branca.
Já o ministro Geraldo Alckmin (Indústria e Comércio) conversou com o secretário do Comércio, Howard Lutnick, no sábado (19). A conversa teria durado 50 minutos e Alckmin reforçou a disposição do governo de dialogar.
Como a Folha mostrou, a mensagem que teria sido passada ao ministro é a de que a decisão sobre a negociação também está com Trump.
Nesta sexta-feira (25), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que Alckmin tenta diariamente negociar com os EUA, mas não tem sucesso. “Todo dia ele liga para alguém e ninguém quer conversar com ele”, afirmou.
Integrantes do governo brasileiro também dizem ter enviado ainda em maio uma proposta de negociação por meio de carta às autoridades americanas, quando as tarifas ainda estavam consolidadas em 10%.
No documento, constavam os pedidos para isenção ou redução do tributo sobre certos produtos, mas também concessões por parte do Brasil.
Na semana passada, o governo enviou nova carta cobrando um retorno após uma primeira carta enviada no dia 16 de maio —antes do anúncio da medida mais dura de Trump.
O documento, assinado por Alckmin e pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, também manifesta indignação e cobra resposta dos EUA acerca da sobretaxa anunciada pelo país.
Trump anunciou nesta semana acordos com alguns países, entre eles Japão e Indonésia.
No caso brasileiro, a negociação tem um desafio diferente dos demais porque na carta enviada a Lula, Trump também alegou que há “centenas de ordens” do Judiciário brasileiro que censuram a “liberdade de expressão”. O STF (Supremo Tribunal Federal) é categórico ao dizer que não haverá recuo no julgamento do ex-presidente.
E Lula classificou o gesto como tentativa de interferência e ataque à soberania do Brasil.
Folha de S.Paulo
Essa publicação é um oferecimento
EUA preparam nova base legal para legitimar sobretaxas de 50% a produtos brasileiros
25/07/2025

Foto: Eduardo Munoz/Reuters; Ricardo Stuckert/Divulgação via Reuters
O governo do presidente Donald Trump está preparando uma nova declaração de emergência como base legal para impor tarifas sobre o Brasil, disseram pessoas familiarizadas com o assunto à agência Bloomberg.
A medida, que ainda não é definitiva, seria necessária para impor as sobretaxas de 50% a produtos brasileiros ameaçada por Trump no início do mês. Diferentemente de outros países atingidos por tarifas recíprocas, que mantêm superávits comerciais com os Estados Unidos, o Brasil registra déficit.
O gabinete do representante comercial norte-americano reconheceu os planos para fazer uma declaração separada de emergência em reuniões com parlamentares dos Estados Unidos, afirmou uma das pessoas. As falas à agência Bloomberg foram feitas sob condição anonimato.
O gabinete e a Casa Branca não responderam imediatamente a pedidos de comentários.
Os preparativos são um sinal de como o governo norte-americano busca um dispositivo legal para impor as ameaças tarifárias. Trump anunciou a potencial taxa de 50%, que entraria em vigor em 1º de agosto, em uma demonstração de apoio ao aliado Jair Bolsonaro.
Trump tentou pressionar o presidente Lula (PT) para pôr fim ao que ele chama de “caça às bruxas” contra o ex-presidente, que enfrentará um julgamento em breve no âmbito da trama golpista das eleições de 2022. Lula não dá sinais de que irá ceder às exigências dos Estados Unidos, enfatizando, em vez disso, a independência do judiciário brasileiro e ameaçando com medidas retaliatórias.
Trump fez a ameaça no início deste mês, ampliando substancialmente o escopo de sua cruzada tarifária e demonstrando que pode usar a autoridade presidencial e as taxas de importação para fortalecer seus aliados no exterior. Ainda não está claro se ele ajustará a alíquota.
A gestão republicana iniciou separadamente uma investigação da chamada Seção 301 contra o Brasil, que poderia, em última instância, fornecer a base legal para tarifas, mas que provavelmente levaria meses.
Inicialmente, as tarifas recíprocas de Trump de 2 de abril foram impostas com base em déficits comerciais “grandes e persistentes”, de acordo com comunicado da Casa Branca. Os países que inicialmente enfrentaram taxas de reciprocidade superiores a 10% apresentam superávits comerciais em bens com os Estados Unidos —exceto o Brasil.
No início desta semana, um grupo de senadores democratas escreveu ao governo Trump para expressar “preocupações significativas sobre o claro abuso de poder inerente à recente ameaça de lançar uma guerra comercial com o Brasil” para apoiar Bolsonaro.
“Interferir no sistema jurídico de outra nação soberana cria um precedente perigoso, provoca uma guerra comercial desnecessária e coloca os cidadãos e as empresas americanas em risco de retaliação”, escreveram os senadores, liderados por Jeanne Shaheen de New Hampshire e Tim Kaine da Virgínia.
Folhapress
Essa publicação é um oferecimento
Equipe de Lula ouviu nos EUA que Trump não autorizou diálogo da Casa Branca com o Brasil
25/07/2025

Foto: AP Photo/Julia Demaree Nikhinson
Uma comissão de senadores embarca nesta sexta-feira (25) para os Estados Unidos, em busca de abrir um canal de negociações no território americano sobre o “tarifaço” que Donald Trump pode aplicar ao Brasil a partir de 1º de agosto.
A ida da comissão é vista com apreensão por diplomatas brasileiros e está sendo boicotada pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e pelo blogueiro Paulo Figueiredo.
Interlocutores do presidente Lula que estão em Nova York contaram ao blog do Valdo Cruz que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não autorizou sua equipe abrir diálogo com o Brasil.
Existem conversas com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, como revelou ontem o vice-presidente Geraldo Alckmin, mas o recado que os negociadores têm ouvido é que tudo está centralizado na Casa Branca.
Nesta quinta-feira (24), por exemplo, o presidente Lula afirmou que Trump não quer negociar.
De outro lado, o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, comentou com amigos que teve várias conversas nos Estados Unidos, onde está em missão na ONU, e ouviu que realmente Trump não está permitindo reabertura de negociações com o Brasil.
Segundo Vital do Rêgo comentou com interlocutores, há um clima de medo e apreensão nos Estados Unidos. Tudo estaria centralizado em Trump e ninguém tem coragem de desafiá-lo.
O vice-presidente Geraldo Alckmin revelou na quinta-feira (24) que, no último sábado (19), voltou a ter uma conversa com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, sobre o tarifaço. Ele não quis revelar o conteúdo da reunião, que ocorreu por telefone e durou cerca de 50 minutos.
Mesmo diante do clima pessimista, o presidente da Comissão de Relações Exteriores, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), afirma que é preciso fazer algo diretamente nos Estados Unidos, e que espera pelo menos adiar a entrada em vigor do tarifaço para que sejam reabertas as negociações entre os dois países. O tempo é curto.
“Queremos também esclarecer o que o governo americano exatamente quer negociar, como eles não retomaram oficialmente as negociações, ninguém sabe exatamente os limites de Trump. Se ele realmente emperrou por questões políticas, de Bolsonaro, se tem a questão da nova moeda dos Brics, Irã”, disse o senador.
A Comissão de Senadores terá sua primeira reunião de trabalho no domingo (27), mas já foram avisados que o deputado Eduardo Bolsonaro e o blogueiro Paulo Figueiredo estão trabalhando para dificultar as reuniões dos parlamentares em Washington e até impedir qualquer encontro com negociadores do governo Trump.
A maioria dos senadores embarca nesta sexta-feira (25). Outros, no sábado (26).
Na segunda-feira (28), os senadores serão recebidos na embaixada do Brasil nos EUA. No mesmo dia, terão encontro com empresários da Amcham (Câmara Americana de Comércio para o Brasil).
Na terça, a comissão irá ao Capitólio se reunir com senadores e deputados americanos.
g1 – blog do Valdo Cruz, comentarista de política e economia da GloboNews
Essa publicação é um oferecimento
Senadores vão aos EUA para série de reuniões contra tarifaço
25/07/2025

Foto: REUTERS/Elizabeth Frantz
A agenda oficial da comitiva de senadores brasileiros em Washington, entre os dias 28 e 30 de julho, começa na manhã de segunda-feira (28) com a chegada à residência oficial da Embaixadora do Brasil.
No início da tarde, o grupo deve cumprir o primeiro compromisso público com reuniões na sede da U.S. Chamber of Commerce, onde parlamentares vão se reunir com líderes empresariais e representantes do Brazil-U.S. Business Council.
O segundo dia, terça-feira (29), será reservado para encontros estratégicos com parlamentares norte-americanos – tanto republicanos quanto democratas –, conforme apurou a CNN Brasil.
Essas reuniões são vistas como centrais para a defesa dos interesses nacionais diante do tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros, previsto para entrar em vigor em 1º de agosto.
A quarta-feira (30) deve marcar o encerramento da missão, com a ida dos senadores à Americas Society / Council of the Americas, em reunião com lideranças do setor privado dos EUA e organismos independentes do hemisfério.
Também neste dia, está programada uma coletiva de imprensa na Embaixada do Brasil para esclarecimentos dos parlamentares sobre os resultados das negociações.
Ao longo dos três dias, a delegação também buscará debater temas como segurança jurídica, cadeias produtivas, defesa da previsibilidade no comércio exterior, inovação e bioenergia.
A agenda institucional foi construída em articulação com o Itamaraty e conta com apoio do setor empresarial brasileiro.
Participam da missão oito senadores de diferentes partidos, incluindo:
Nelsinho Trad (PSD-MS), presidente da Comissão de Relações Exteriores;
Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado;
Tereza Cristina (PP-MS);
Astronauta Marcos Pontes (PL-SP);
Esperidião Amin (PP-SC);
Rogério Carvalho (PT-SE);
Fernando Farias (MDB-AL);
Carlos Viana (Podemos-MG).
O objetivo central é sensibilizar autoridades dos EUA sobre o impacto das barreiras tarifárias e defender uma saída de consenso para evitar prejuízos ao agronegócio e à indústria nacional.
Viagem acontece no recesso da Câmara dos EUA
A ida da comitiva brasileira acontecerá em meio ao recesso da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos — equivalente à Câmara de Deputados.
A casa legislativa resolveu entrar em recesso mais cedo que de costume, na quarta-feira (23) à tarde, como uma manobra da maioria republicana para evitar votos sobre a divulgação de arquivos do caso Epstein.
Os senadores, por sua vez, ficam em sessão somente até 31 de julho.
CNN
Essa publicação é um oferecimento
Lula e Trump podem se encontrar duas vezes ainda em 2025
25/07/2025

Foto: Metrópoles
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode se encontrar em ao menos duas ocasiões ainda em 2025 com o presidente dos Estados Unidos, e Donald Trump. Os encontros teriam como pano de fundo a tarifa de 50% imposta pelo líder norte-americano aos produtos brasileiros. A taxa entra em vigor em 1° de agosto.
Os encontros podem ocorrer durante dois fóruns internacionais: a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que será realizada em Nova York (EUA), de 9 a 23 de setembro de 2025; e a Cúpula de Líderes do G20, marcada prevista para acontecer em Joanesburgo (África do Sul), de 22 a 23 de novembro.
Tradicionalmente, o Brasil é o primeiro a discursar na Assembleia Geral da ONU. Nos últimos anos, Lula tem reforçado a importância de defender a democracia e as instituições democráticas. Nesta semana, durante um evento no Chile, Lula voltou a destacar esse tema.
“O que nós estamos percebendo nesse primeiro quarto do século é que a democracia está perdendo espaço, não para o socialismo, mas para a extrema direita, com comportamento nazista, fascista, que não respeita a relação civilizada entre os iguais e desiguais”, pontuou Lula.
Neste ano, a expectativa é de que uma nova reunião de presidentes aconteça às margens da Assembleia Geral da ONU.
A presença de Lula nos eventos, no entanto, ainda não está confirmada. O presidente tem concentrado esforços na organização da COP30, que será realizada em Belém (PA), de 10 a 21 de novembro.
No G7, em junho, chegou a haver expectativa de um primeiro encontro entre os dois presidentes, mas Trump deixou a reunião antes do encerramento. Segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, o republicano deixou o encontro por causa do conflito entre Irã e Israel.
Metrópoles
Essa publicação é um oferecimento
Macron processa podcaster por alegar que a primeira-dama é homem
24/07/2025

Foto: Thibault Camus / Reuters
O presidente da França, Emmanuel Macron, e sua esposa, Brigitte, entraram com um processo por difamação contra a podcaster de direita Candace Owens nesta quarta-feira (23) pela alegação de que a primeira-dama poderia ser um homem.
O processo apresentado no Tribunal Superior de Delaware, nos Estados Unidos, alega que Owens transmitiu “uma campanha implacável de um ano de difamação contra os Macrons”.
Em março, a comentarista conservadora Candace Owens reviveu uma teoria da conspiração com um vídeo no YouTube intitulado “A primeira-dama da França é um homem?”, de acordo com a denúncia.
Amplamente divulgada no X, Owens disse que a teoria da conspiração era “provavelmente o maior escândalo da história política”.
CNN Brasil
Essa publicação é um oferecimento
Hulk Hogan, ator e lenda da luta livre, morre aos 71 anos
24/07/2025

Imagem: Getty Images
Hulk Hogan morreu aos 71 anos, segundo o site TMZ. De acordo com a publicação, a lenda da luta livre sofreu uma parada cardíaca em sua casa, em Clearwater, no estado americano da Flórida, na manhã de quinta-feira (24).
Paramédicos foram chamados à casa de Hogan e ele foi retirado do local em uma maca. Há cerca de uma semana, Sky, mulher do ex-lutador, negou que ele estaria em coma. A declaração foi feita enquanto Hulk se recuperava de uma cirurgia.
Terry Gene Bollea, conhecido como Hulk Hogan, nasceu em 11 de agosto de 1953, em Augusta, no estado americano de Geórgia. Ele se destacou como um dos nomes mais famosos da luta livre americana e fez muito sucesso nas décadas de 1980 e 1990.
Ele foi um dos protagonistas dos eventos das organizações World Wrestling Federation (WWF, hoje WWE) e World Championship Wrestling (WCW). Seu personagem carismático e o físico marcante fizeram com que ele recebesse convites para ser ator.
Hogan fez parte do elenco de filmes como “Rocky III” (1982), quando interpretou Thunderlips. Ele também atuou em “Desafio total” (1989), “Comando suburbano” (1991) e “O senhor babá” (1993). Como ator, também estrelou a série “Thunder – Missão eno Mar”, em 1994.
Seus filmes geralmente exploravam gêneros como ação, comédia e aventura. Passaram longe de ser sucessos da crítica, mas conquistaram muitos fãs.
g1
Essa publicação é um oferecimento
Ucrânia e Rússia chegam a novo acordo para troca de prisioneiros de guerra
24/07/2025

Foto: reprodução
Delegações da Ucrânia e da Rússia concordaram com a troca de 1.200 prisioneiros de guerra, durante uma nova rodada de negociações realizada nesta quarta-feira, 23,em Istambul, na Turquia.
Em publicação no X, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, registrou o momento do retorno dos soldados ucranianos e detalhou que se trata da 9ª rodada de intercâmbio de prisioneiros “gravemente doentes e feridos”
“Hoje, a 9ª etapa do intercâmbio acordado em Istambul já ocorreu. Defensores gravemente doentes e gravemente feridos estão retornando para casa. Agora podemos compartilhar os detalhes — em todas as etapas dos recentes acordos de Istambul, conseguimos trazer de volta mais de 1.000 dos nossos.
Para mil famílias, isso significa a alegria de abraçar seus entes queridos novamente. Sou grato a todos que contribuíram para esse esforço. Os guerreiros que retornaram hoje defenderam a Ucrânia em várias direções da linha de frente. Muitos deles estavam em cativeiro há mais de três anos. Cada um receberá o apoio e a assistência médica necessários.
É importante que as trocas continuem e que nosso povo esteja voltando para casa. Agradeço a todos que continuam trabalhando nessa tarefa vital. Trazer todo o nosso povo de volta é uma prioridade para o Estado. E continuaremos fazendo todo o possível para garantir que todos os nossos retornem do cativeiro”, escreveu.
De acordo com a imprensa internacional, a Ucrânia propôs à Rússia um encontro entre Volodymyr Zelensky e o ditador russo, Vladimir Putin, antes do final de agosto.
A reunião teria a presença do presidentes Recep Tayyip Erdogan, da Turquia, e Donald Trump, dos Estados Unidos.
“ A prioridade número um é organizar uma reunião de líderes, de presidentes, com a participação de [o presidente dos EUA, Donald] Trump e [o presidente turco, Recep Tayyip]Erdogan“, disse o negociador-chefe da Ucrânia, Rustem Umerov.
O Antagonista
Essa publicação é um oferecimento
Trump Media e Rumble pedem à Justiça dos EUA novas sanções contra Moraes e outros ministros do STF
23/07/2025

FOTOS: Rosinei Coutinho/STF – Alex Brandon/AP
As empresas Trump Media, ligada ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump, e Rumble pediram à Justiça americana que envie ao Departamento de Estado os autos do processo que contesta decisões do ministro Alexandre de Moraes, para que o governo dos EUA considere a aplicação de sanções contra o magistrado e outros ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) por supostas violações de direitos humanos. O pedido não cita quais ministros, além de Moraes, seriam alvo.
O novo pedido foi apresentado dentro da ação que tramita desde fevereiro deste ano no tribunal federal da Flórida, movida pelas duas empresas contra ordens de Moraes.
Na nova petição, protocolada nesta terça-feira, 22, as companhias fundamentam o pedido na Lei Global Magnitsky, legislação que permite punir estrangeiros acusados de corrupção ou violações graves de direitos humanos.
A solicitação se apoia em trecho da lei que autoriza indivíduos ou entidades a apresentar denúncias ao Departamento de Estado, diretamente ou por meio de processos judiciais em andamento. As empresas listam três tipos de sanções possíveis: proibição de vistos, congelamento de bens e restrições diplomáticas.
Segundo os advogados, as ordens de Moraes para bloquear perfis em redes sociais, como o do comentarista Rodrigo Constantino, violam garantias constitucionais e configuram abusos que justificariam medidas como o congelamento de bens e a suspensão de vistos. Eles afirmam que as ações do ministro são “arbitrárias, ilegais e ofensivas à consciência moral”.
“Os autores respeitosamente solicitam que o tribunal (…) encaminhe as evidências ao Departamento de Estado dos EUA para consideração de possíveis sanções contra Alexandre de Moraes e outros membros do STF”, diz o documento.
O movimento ocorre em meio à escalada da tensão diplomática entre os dois países. Na última sexta-feira, 18, horas após Moraes impor tornozeleira eletrônica e novas medidas cautelares contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, o governo dos EUA revogou os vistos de ministros do STF e de seus familiares, alegando perseguição política e censura a cidadãos americanos. A decisão foi anunciada por Marco Rubio, atual secretário de Estado.
A Lei Global Magnitsky já foi usada pelos Estados Unidos para sancionar autoridades de diversos países, mas nunca havia sido acionada nesse tipo de disputa com o Brasil.
Nos pedidos anteriores, os advogados já haviam solicitado que a Justiça dos EUA declarasse as ordens de Moraes “inexequíveis” e bloqueasse qualquer tentativa de cooperação entre autoridades americanas e brasileiras para executá-la. Agora, a ofensiva ganha contornos diplomáticos e pressiona o governo americano a se posicionar.
Estadão Conteúdo
Essa publicação é um oferecimento
Governo aguarda sinal de Trump para avançar negociação do tarifaço
21/07/2025

Foto: US Embassy/Reprodução
O Brasil aguarda um sinal da Casa Branca sobre as cartas já encaminhadas ao governo americano antes de avançar nas negociações para tentar derrubar o tarifaço imposto por Donald Trump às exportações brasileiras.
No governo brasileiro, a leitura é de que a bola está no campo dos americanos. Não há previsão de que o presidente Lula inicie ou provoque um contato com Trump, e nenhuma missão oficial do Executivo brasileiro rumo aos Estados Unidos está sendo planejada.
Segundo o Itamaraty, primeiro é preciso saber qual orientação a Casa Branca dará ao USTR sobre o Brasil. Foi ao órgão — sigla para United States Trade Representative (em tradução livre, Representante Comercial dos Estados Unidos) — que o vice-presidente Geraldo Alckmin encaminhou uma carta no dia 16 de maio, sem resposta, e outra na última terça-feira de julho, na qual demonstra “indignação” sobre o tarifaço, mas se coloca aberto à negociação.
O problema é que, segundo diplomatas brasileiros, os canais diplomáticos estão fechados em todos os níveis e não há interlocutores.
Até mesmo o Congresso brasileiro sofre as consequências. A comitiva de deputados e senadores que pretende embarcar na próxima sexta-feira para Washington com o objetivo de negociar o tarifaço ainda não tem certeza se será recebida por alguém do governo americano com força para negociar.
No governo, ainda prevalece a ideia de que o episódio abriu espaço para que Lula surfe a onda do nacionalismo e da defesa da soberania pelo maior tempo possível — o que tem incomodado o setor privado.
Empresários relatam que, com essa postura, o governo piora a situação, pois nada faz para “desescalar” as tensões e pensar em contramedidas. Também avaliam que a realização de reuniões com o setor privado serve mais para demonstrar diálogo do que para ajudar a definir uma estratégia clara de ação junto aos Estados Unidos.
O receio é de que, com a escalada do nacionalismo e o avanço do STF sobre Jair Bolsonaro, Trump retalie e amplie o tarifaço para 100%.
CNN – Caio Junqueira
Essa publicação é um oferecimento
Potiguar ferido em incêndio na Irlanda morre após quase um mês internado
20/07/2025

Fotos: cedidas/reprodução
O potiguar Ailton Soares de Oliveira, de 38 anos, morreu na madrugada deste domingo (20), após não resistir aos ferimentos causados por um incêndio no apartamento onde morava em Dublin, na Irlanda.
Ele estava internado desde o dia 24 de junho, em estado grave, depois de sofrer queimaduras provocadas pela explosão da bateria de uma bicicleta elétrica que estava sendo carregada no imóvel.
Ailton trabalhava como entregador no país e estava sozinho no apartamento quando as chamas começaram. Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado para um hospital da cidade, onde passou por cirurgias e ficou em coma induzido.
Segundo amigos e familiares, ele apresentava sinais de recuperação nos últimos dias, mas o quadro de saúde voltou a se agravar e ele não resistiu.
Uma campanha online foi criada por amigos de Ailton ainda durante a internação para ajudar nos custos de tratamento e no apoio à família. Agora, as doações continuam para viabilizar o translado do corpo ao Brasil, além de cobrir gastos com documentação, velório e sepultamento.
“Após dias de luta intensa, ele não resistiu aos ferimentos causados pelo grave acidente. Ailton partiu longe de casa, mas cercado por nossas orações, amor e esperança”, diz uma nota publicada por familiares nas redes sociais neste domingo.
A família, que mora em Natal, agradeceu o apoio recebido e reforçou o pedido de contribuições. “Agradecemos imensamente a todos que ajudaram até aqui — com doações, mensagens e compartilhamentos. Agora precisamos da sua ajuda para trazer o corpo ao Brasil”, diz o comunicado.
Do g1-RN
Essa publicação é um oferecimento
Influencer de ciclismo morre aos 48 anos ao cair de barranco de 200 metros de altura
20/07/2025

O influencer de ciclismo Andreas Tonelli, conhecido por compartilhar aventuras radicais, morreu aos 48 anos após sofrer uma queda de bicicleta enquanto pedalava sozinho na região montanhosa de Val Gardena, no norte da Itália. O caso aconteceu na última terça-feira (15).
Ver essa foto no Instagram
Um amigo, que também participava do passeio, estranhou a demora de Andreas e chamou ajuda. O influencer foi encontrado morto horas depois em um barranco de difícil acesso próximo à região de Vallelunga. A área, conhecida pelas trilhas perigosas, estava sob forte, o que dificultou a operação de resgate.
De acordo com a polícia italiana, o influencer Andreas Tonelli teria despencado cerca de 200 metros em um trecho extremamente íngreme da montanha. As causas exatas da queda ainda estão sob investigação.
Na última publicação, no Instagram, o influenciador estava animado “em busca dos primeiros raios de sol”, como descreve enquanto pedalava ao amanhecer.
Ric
Essa publicação é um oferecimento
Embaixadora do Brasil teve contato recusado pelos Estados Unidos
20/07/2025

Foto: Reprodução
A embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, tentou abrir diálogo com o governo dos Estados Unidos na última quarta-feira (16), mas, segundo apuração da CNN Brasil, sua solicitação foi ignorada pelo Departamento de Estado e a única resposta recebida foi um seco “too late” (“tarde demais”, em tradução literal), sinalizando descontentamento dos norte-americanos com a falta de aproximação brasileira.
A versão, relatada por interlocutores próximos ao governo dos EUA, é completamente diferente da narrativa oficial que tem sido levada a público pelo Itamaraty. O Ministério das Relações Exteriores afirma ter buscado interlocução em diferentes ocasiões, inclusive com o envio de uma carta formal em 16 de maio, mas dizem que não receberam resposta.
Além dessa situação, um outro caso estaria mobilizando a diplomacia americana. De acordo com a CNN, a Casa Branca estaria agilizando o trâmite para conceder residência ao deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Morando atualmente no Texas, mas frequentemente visto em Miami, Eduardo conta com apoio institucional da Florida International University e do Adam Smith Center.
Pleno News
Essa publicação é um oferecimento
Casal perde três filhos em 2007 e, um ano depois, tem trigêmeos idênticos aos que morreram
20/07/2025

Foto: Reprodução
Em 2007, Lori e Chris Coble enfrentaram o pior momento de suas vidas: um grave acidente de trânsito tirou a vida de seus três filhos pequenos — Katie, Emma e Kyle — em Mission Viejo, na Califórnia. A van onde a família estava foi atingida por um caminhão que não conseguiu frear, chocando a comunidade local.
Menos de um ano depois, porém, o casal viu sua história tomar um rumo inesperado. Por meio de um tratamento de fertilização in vitro, Lori engravidou novamente e deu à luz trigêmeos: duas meninas e um menino — coincidência que ecoou a composição da família que haviam perdido. Os novos filhos, batizados como Ashley, Ellie e Jake, trouxeram consolo e renovaram a esperança do casal.
Apesar da dor irreparável, a chegada dos trigêmeos ofereceu a Lori e Chris um novo sentido para a vida, mostrando que, mesmo após uma perda devastadora, é possível reconstruir a própria história e reencontrar motivos para seguir em frente.
Com informações da BCC
Essa publicação é um oferecimento
Próxima “tempestade do século” pode ser ainda mais devastadora, diz estudo
19/07/2025

Foto: Reuters
As tempestades “Nor’easters”— chuvas destrutivas e frequentemente mortais que atingem a Costa Leste dos EUA — estão sendo potencializadas pelos efeitos da poluição climática, segundo um novo estudo.
O fenômeno, que normalmente se forma entre setembro e abril, é alimentado pelo contraste de temperatura entre o ar frio do Ártico, vindo do norte, e o ar mais quente e úmido, vindo do Oceano Atlântico.
Elas representam uma enorme ameaça para as cidades densamente povoadas da Costa Leste americana.
A “Tempestade do Século”, em março de 1993, foi uma das mais mortais e custosas já registradas. Ela trouxe ventos de mais de 160 km/h, despejou quase 152 cm de neve em alguns pontos e matou mais de 200 pessoas.
O “Snowmageddon” de 2010 derramou mais de 50 centímetros de neve em partes da Pensilvânia, Maryland, Virgínia e Virgínia Ocidental, matando 41 pessoas e deixando milhares sem energia elétrica.
Michael Mann, cientista climático da Universidade da Pensilvânia e um dos autores do estudo, ficou preso em um quarto de hotel na Filadélfia por três dias durante o Snowmageddon. Foi essa experiência que despertou sua curiosidade sobre como essas tempestades poderiam ser afetadas pelo aquecimento global.
Quinze anos depois, ele acredita ter algumas respostas.
Potencial destrutivo das tempestades aumentou em 6%, dizem cientistas
Há um consenso geral de que haverá menos tempestades Nor’easters em um mundo mais quente, porque o Ártico está esquentando mais rápido do que o resto do Hemisfério Norte, o que significa que há menos contraste de temperatura.
Mas o que não está claro é o que acontecerá com a intensidade dessas chuvas, que tendem a ser pouco estudadas, disse Mann.
Para responder a essa pergunta, os cientistas usaram dados históricos e um algoritmo de rastreamento de ciclones para analisar tempestades Nor’easters entre 1940 e 2025, compilando um atlas digital dessas tempestades.
Eles analisaram 900 no total e descobriram que a velocidade máxima do vento das tempestades nor’easters mais intensas aumentou cerca de 6% desde 1940, de acordo com o estudo publicado na segunda-feira (14) na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
O dado pode parecer pequeno, mas aumenta enormemente os danos que uma tempestade pode causar.
Um aumento de 6% na velocidade do vento equivale a um aumento de 20% no potencial destrutivo da tempestade, disse Mann. “Isso é substancial.”
As taxas de chuva e neve despejadas por essas tempestades também aumentaram em cerca de 10%, de acordo com a análise.
A razão pela qual as tempestades Nor’easters estão se intensificando é “física básica”, disse Mann. Oceanos e ar mais quentes significam mais evaporação e mais umidade na atmosfera, que é expelida na forma de chuva ou neve mais intensas.
O nível de danos que essas tempestades podem causar torna vital entender melhor como elas mudarão em um mundo mais quente, acrescentou Mann.
A tempestade “Quarta-feira de Cinzas” em 1962, por exemplo, causou enorme devastação ao longo da Costa Leste, causando uma perda econômica total equivalente a dezenas de bilhões de dólares em valores atuais. Causou “tantos danos quanto um grande furacão”, disse ele.
Nordeste dos EUA precisa se preparar
Os resultados também sugerem que o risco de inundações em muitas cidades da Costa Leste pode estar subestimado, observou o estudo. “As inundações do nordeste têm sido negligenciadas, e essa é mais uma contribuição para o aumento do risco costeiro na qual não temos nos concentrado o suficiente”, acrescentou Mann.
Jennifer Francis, cientista sênior do Centro de Pesquisa Climática Woodwell, que não participou do estudo, disse que as descobertas destacam a necessidade de maior preparação.
“Comunidades costeiras no Nordeste, onde ocorrem as tempestades nor’easters, devem ficar atentas. A preparação proativa é menos custosa do que a recuperação pós-tempestade”, disse Francis à CNN.
As descobertas também são importantes porque fornecem novos conhecimento sobre as diferentes formas como a crise climática se manifesta, disse Judah Cohen, climatologista do MIT que também não participou do estudo.
Os efeitos “podem ser contraintuitivos, incluindo a ideia de que as mudanças climáticas podem resultar em aumentos de invernos rigorosos”, disse Cohen à CNN.
Mesmo com o aquecimento global e a redução da temporada de neve em muitas partes dos EUA, ainda haverá períodos de nevascas intensas e frio intenso, disse Mann. “Eventos individuais podem ter um impacto maior.”
CNN
Essa publicação é um oferecimento
Trump não vai recuar, diz Eduardo Bolsonaro
19/07/2025

Foto: Saul Loeb/AFP
O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) expressou forte oposição à recente decisão judicial que o impede de manter contato com seu pai, classificando a medida como “repugnante”. Durante entrevista ao CNN Arena, o deputado licenciado também abordou as tensões nas relações entre Brasil e Estados Unidos.
Sobre a decisão judicial, Bolsonaro argumentou que a situação imposta é similar a um regime semiaberto, onde uma pessoa pode sair de casa apenas para trabalhar. Ele enfatizou que a proibição de contato entre pai e filho representa uma tentativa de humilhação.
Relações Brasil-EUA
O deputado federal licenciado afirmou categoricamente que Donald Trump não recuará em sua posição sobre as tarifas impostas aos produtos brasileiros. Ele criticou a atual condução da política externa brasileira, apontando ausências significativas de representantes diplomáticos em momentos cruciais.
Durante a entrevista, Eduardo Bolsonaro relatou ter participado de uma reunião no Departamento de Estado americano com oito integrantes de alto nível, onde, segundo ele, ficou evidente o desconhecimento sobre a representação diplomática brasileira nos Estados Unidos. O deputado argumentou que esta situação reflete o que considera ser a atual insignificância do Brasil no cenário internacional.
Eduardo Bolsonaro também criticou as tentativas de negociação com o governo norte-americano, afirmando que o Brasil não estabeleceu canais adequados de comunicação. Ele argumentou que o país está vivendo um momento crucial na diplomacia brasileira, mas não tem conseguido estabelecer um diálogo efetivo com as autoridades americanas.
CNN
Essa publicação é um oferecimento
Trump publica carta a Bolsonaro e diz que “sistema se voltou contra você”
18/07/2025

Foto: Mark Wilson/Getty Images
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou, nesta quinta-feira (17/7), em sua rede Truth Social uma carta direcionada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em que, mais uma vez, afirma que Bolsonaro é vítima de “um sistema injusto que se voltou contra” ele.
“Prezado Sr. Bolsonaro, vi o tratamento terrível que você está recebendo nas mãos de um sistema injusto que se voltou contra você. Esse julgamento deveria acabar imediatamente! Não me surpreende vê-lo liderando nas pesquisas; você foi um líder altamente respeitado e forte, que serviu bem ao seu país”, escreveu Trump.
O presidente norte-americano ainda destacou que compartilha do mesmo compromisso [de Bolsonaro] de ouvir a voz do povo”.
“Estou muito preocupado com os ataques à liberdade de expressão — tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos — vindos do atual governo. Expressei fortemente minha desaprovação, tanto publicamente quanto por meio da nossa política tarifária. É minha sincera esperança que o Governo do Brasil mude de rumo, pare de atacar os opositores políticos e encerre esse regime ridículo de censura. Estarei observando de perto”, completou Donald Trump.
Confira a carta:
Original

Foto: Reprodução/X
Traduzida

Foto: Reprodução/X
Metrópoles
Essa publicação é um oferecimento
VÍDEO: Casa Branca rebate Lula e diz que Trump é um presidente forte e também é o líder do mundo livre
18/07/2025
Ver essa foto no Instagram
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou nesta quinta-feira (17) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “não está tentando ser o imperador do mundo”. A declaração foi uma resposta a uma fala do presidente Lula (PT) divulgada pela imprensa americana mais cedo.
Em entrevista à jornalista Christiane Amanpour, da CNN Internacional, Lula afirmou que não quer ser refém dos Estados Unidos e que busca liberdade para o comércio internacional. O presidente disse ainda que Trump não foi eleito para ser “imperador do mundo”.
Leavitt foi questionada sobre a declaração de Lula durante uma coletiva de imprensa com jornalistas na Casa Branca. A porta-voz afirmou que Trump é um líder forte e com influência global.
“O presidente certamente não está tentando ser o imperador do mundo. Ele é um presidente forte dos Estados Unidos da América e também é o líder do mundo livre. E vimos uma grande mudança em todo o globo por causa da liderança firme deste presidente”, disse Leavitt.
Ainda sobre o Brasil, a porta-voz comentou a carta enviada por Trump a Lula com o anúncio de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA. Ela também mencionou a investigação comercial em andamento contra o país em um órgão do governo norte-americano.
Segundo Leavitt, as regulações digitais do Brasil e a “fraca proteção à propriedade intelectual” prejudicam empresas americanas de tecnologia e inovação.
“Além disso, a tolerância do país com o desmatamento ilegal e outras práticas ambientais coloca os produtores, fabricantes, agricultores e pecuaristas americanos — que seguem padrões ambientais melhores — em desvantagem competitiva”, disse.
Leavitt disse ainda que as medidas adotadas por Trump são voltadas ao interesse do povo americano.
Com informações de g1 e Metrópoles
Essa publicação é um oferecimento
Trump é diagnosticado com insuficiência venosa crônica após inchaço nas pernas
18/07/2025

Foto: Reprodução
A Casa Branca divulgou, nesta quinta-feira (17), uma atualização sobre a saúde do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de 79 anos. Após se submeter a exames por causa de um inchaço nas pernas, foi diagnosticado que ele sofre de “insuficiência venosa crônica”.
Segundo a porta-voz da Casa Branca, a condição ocorre quando as veias das pernas não conseguem manter um fluxo sanguíneo adequado, mas foi descrita como “benigna e comum”. Os exames descartaram problemas mais graves, como trombose venosa profunda.
O governo americano também aproveitou para esclarecer especulações sobre hematomas recentes nas mãos de Trump, atribuindo as marcas a “apertos de mão frequentes e ao uso de aspirina” para prevenção cardiovascular.
O Tempo
Essa publicação é um oferecimento










