Zezé Motta adotou garoto que vivia nas ruas e ele se emociona ao contar da mãe 30 anos depois
04/11/2026

Pouca gente conhecia essa história da vida de Zezé Motta. Há 30 anos, a atriz e cantora adotou Robson, um garoto que foi abandonado aos 8 anos e vivia nas ruas do Rio de Janeiro. Hoje, aos 45 anos, ele se emocionou ao contar ao apresentador Paulo Vieira, do programa Avisa Lá Que Eu Vou (GNT), como conheceu a artista e ouviu dela as palavras que tanto sonhava: “Agora eu sou sua mãe”. O vídeo emocionante já ultrapassou 1,4 milhão de visualizações no Instagram do apresentador.
Na entrevista, Robson contou que a mãe dele foi vítima de estupro e deu a criança para um casal criar. Anos depois, esse casal abandonou o menino nas ruas. Ele pegou um trem e foi para a Central do Brasil, onde viveu até os 13 anos. Nessa época, uma pessoa disse para ele procurar o Juizado de Menores. Lá ele foi encaminhado para um abrigo. Nesse abrigo conheceu um homem que o convidou para ir no casamento dele. E foi justamente no casamento que a Zezé Motta se sentou ao lado dele e soube da história do menino.
Sensibilizada, a atriz prometeu buscá-lo na sexta-feira seguinte e cumpriu a palavra. “Agora eu sou sua mãe”, disse a Zezé. Ao relembrar do gesto, Robson chorou e também emocionou Paulo Vieira. A revelação também comoveu seguidores famosos, que elogiaram Zezé Motta pela atitude. “Gente que emocionante. Zezé maravilhosa”, escreveu Mônica Martelli. “Que coisa linda”, disse Ingrid Guimarães. Fátima Bernardes comentou: “Que emocionante”. E Deborah Bloch declarou: “Que história linda. Viva Zezé Motta maravilhosa demais. Te amo”.
Abandonado aos 8 anos, foi morar na Central do Brasil
Robson nasceu em Nilópolis, em 21 de setembro de 1981. Na entrevista, ele contou que, aos oito anos, foi deixado pelo casal no calçadão de Nilópolis. Disseram que alguém voltaria para buscá-lo, mas isso não aconteceu. “Tu vai ficar aqui no calçadão, depois alguém vai vir te buscar”, lembrou Robson.
Sozinho, o menino encontrou uma maneira de sair dali. Viu um trem, passou por baixo da roleta e embarcou sem saber exatamente para onde estava indo. “Eu olhei o trem, porque na minha cabeça o trem sempre ia pra algum lugar. E eu falei: ‘Opa, vou entrar no trem’.”
Foi assim que chegou à Central do Brasil, uma das estações ferroviárias mais movimentadas do Rio de Janeiro, e passou a viver nas ruas da região. Mesmo cercado por dificuldades, Robson não desistia de encontrar uma família. Ele imaginava que, entre milhares de pessoas que circulavam diariamente pela estação, alguém poderia perceber que estava sozinho.
Hugogloss/Vídeo: @gnt/Foto: Reprodução
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