Houve correria e brigas na Fan Fest de Copacabana no momento do gol alemão
14/07/2014
O gol da Alemanha na prorrogação foi o estopim para a confusão. Com brasileiros e alemães em festa, alguns argentinos que assistiam ao jogo do lado de fora da Fan Fest de Copacabana, zona sul do Rio, perderam a esportividade e foram para briga.
O policiamento, com integrantes da Polícia Militar e da Guarda Municipal agiu rápido em separar os dois grupos que se confrontavam na esquina na avenida Atlântica com rua Prado Júnior.
Os policiais fizeram uso de gás de pimenta e uma pequena correria aconteceu. Garrafas foram jogadas de parte a parte, mas os vasilhames eram de plástico e, aparentemente, não feriram ninguém.
Depois do jogo, a maior parte dos argentinos deixou a orla de Copacabana. Os brasileiros, como que indo à forra por um mês de cantoria e provação de argentinos no Rio, cantavam a canção em homenagem aos mil gols de Pelé e gritavam que o Brasil é “pentacampeão”.
Argentinos tristes, alguns lembrando os 7 a 1 da Alemanha sobre a Seleção, se reuniram na saída da Fan Fest para cantar os mesmos cânticos que vêm entoando nos últimos 30 dias.
Foram abafados pelo sistema de som da Fan Fest, que não exibiu a Alemanha erguendo a taça e preferiu começar imediatamente um show musical.
Ainda não há informações sobre detidos ou feridos.
Messi é eleito Bola de Ouro da Copa; Neuer é melhor goleiro
13/07/2014

A Fifa escolheu o argentino Lionel Messi como melhor jogador da Copa do Mundo de 2014. O camisa 10 da equipe sul-americana não conseguiu evitar a derrota por 1 a 0 para a Alemanha, na prorrogação, na final do Mundial de 2014, mas mesmo assim recebeu a honraria na tribuna do Maracanã, com olhar abatido, logo após a derrota dentro de campo em partida, em que esteve apagado – ao lado do argentino estava o goleiro alemão Manuel Neuer, eleito o melhor da posição na Copa. Thomas Müller foi eleito o segundo melhor jogador, enquanto Arjen Robben ficou com a terceira posição.
Autor de quatro gols, todos na primeira fase, Messi foi decisivo contra a Suíça, mas foi parado pelas marcações nos últimos três jogos do Mundial. Diante da Alemanha, teve uma chance clara no segundo tempo, mas desperdiçou o lance.
Chateado com o vice-campeonato, Messi não chorou ao final da partida, porém se manteve o tempo inteiro em silêncio e sem conversar com os companheiros. O craque recebeu o troféu das mãos do presidente da Fifa, Joseph Blatter, mas o ergueu de maneira discreta.
Eleito o melhor do mundo em quatro oportunidades, Messi agora terá de esperar mais quatro anos para tentar quebrar o jejum de títulos da Argentina em Mundial, que dura desde 1986. A conquista é a última que resta ao meio-campista, que já faturou todos os títulos possíveis e prêmios individuais pelo Barcelona, mas que segue sem conquistas como profissional pela seleção de seu país.
Por sua vez, o alemão Manuel Neuer foi eleito o melhor goleiro, superando o argentino Sergio Romero e Keylor Navas, da Costa Rica.
Na decisão do júri da Fifa de melhor jogador, estiveram presentes os outros nove atletas de linha abaixo:
Neymar (Brasil)
Javier Mascherano, Ángel Di María (Argentina)
James Rodríguez (Colômbia)
Arjen Robben (Holanda)
Matt Hummels, Toni Kross, Philip Lahm, Thomas Müller (Alemanha)
Terra
NO SUFOCO: Alemanha é tetra no Maracanã ao furar retranca Argentina na prorrogação
13/07/2014

A Alemanha é tetracampeã. De vilã da semifinal para heroína dos brasileiros na decisão. O time de Joachim Löw bateu a Argentina no Maracanã por 1 a 0, na prorrogação, e levantou seu quarto título na história: e o tetra deixa muitos no Brasil felizes. Menos do que os milhões de alemães, é claro, mas o coração do torcedor brasileiro sempre lembrará da segunda Copa que o país sediou também pela alegria da seleção alemã – que chegou dançando com índios, passou o tempo com as brincadeiras de Podolski sobre o Brasil, e deixa o país com a taça do mundo. Quem disse que preparação boa é aquela em que o time fica fechado, sem contato com o mundo? Os encontros alemães com o povo brasileiro, tirando um pequeno detalhe formado por sete gols em uma semifinal de Copa, provam o contrário.
Götze se tornou o herói do país que conquistou o Brasil. A torcida e a Copa. O sonho completo. A campeã do mundo mostrou uma variação de jogo inacreditável para apenas sete jogos de Copa. Começou com a velocidade contra Portugal e uma goleada marcante. Mostrou que podia ser parada por Gana. Soube jogar no abafa contra os EUA. Contou com a sorte e com a grandiosidade de Neuer contra a Argélia. Foi metódica contra a França. Humilhou o Brasil. E foi sádica contra a Argentina. Quando foi apertada, achou um gol em uma retranca na prorrogação. Dramática. Mas com merecimento. É tetra.
Fases do jogo: Na semifinal, Bernard foi escalado no Brasil para jogar na ponta direita para jogar na velocidade contra a lentidão de Höwedes, que atua pela esquerda do setor defensivo alemão. A Argentina apostou nisso no começo da final no Maracanã. Com mais qualidade do que o Brasil, que acabaria goleado por 7 a 1. Zabaleta e os atacantes argentinos começaram o jogo aproveitando esses espaços, e esse era o escape argentino contra a pressão alemã. Apesar da maior posse do time europeu no início, foi exatamente por aquele espaço “vazio” que Lavezzi surgiu livre para cruzar para Higuaín, que marcou aos 29 minutos – o lance foi anulado corretamente por impedimento.
Na defesa, a Argentina formava uma linha de cinco defensores, com Mascherano recuado, para tentar evitar que o toque de bola alemão resultasse em passe profundo para alguém livre na área. Na única oportunidade que a formação abriu espaço, Romero fez bela defesa em chute de primeira de Schürrle. Além dessas chances, outras duas boas na primeira etapa: para a Alemanha, Höwedes acertou a trave após escanteio; do outro lado, Higuaín recebeu livre, após cabeçada para trás de Kroos, mas bateu torto cara a cara com Neuer – no 2°tempo da prorrogação, Palacio perdeu a outra grande chance argentina: livre na área, a matada no peito desenhou o gol do título. Porém, em vez de bater, o atacante produziu um misto de tentativa de chapéu com chute. A bola foi fraca para fora.
Na segunda etapa, Messi. Após duas boas arrancadas no primeiro tempo, na volta do intervalo o craque argentino logo de cara perdeu ótima chance, nas costas de Boateng, batendo cruzado rente à trave de Neuer. Ele sabia que teria que chamar a responsabilidade no ataque para dar o tão sonhado título mundial a seu país. Chegou a colocar a mão na coxa, ficar quieto por alguns minutos. Até puxar a bola com a perna esquerda e bater, para assustar Neuer, aos 28 minutos. Porém, nenhum outro lance de perigo foi criado. Pela terceira final seguida, 90 minutos não bastaram para definir o novo campeão mundial.
Na prorrogação, a Alemanha tentou repetir a tática imposta contra a Argélia: gol logo de cara, e de novo com Schürrle. Mas, dessa vez, Romero evitou. A solução, então, foi repetir o que a Argentina tentou antes: lançamento para a área para um atacante livre. Götze, que nem Palacio, matou no peito. Götze, diferentemente de Palacio, bateu forte, baixo. A bola passou por Romero. Lembrou o gol de Iniesta, no segundo tempo da prorrogação da final de 2010. Assim cono há quatro anos, um chute cruzado decidiu a Copa do Mundo no final do tempo extra. Götze entra para a história saindo do banco.
O melhor: Götze - O alemão fez fraca Copa. Chegou a ser titular na primeira fase, mas perdeu a vaga. Joachim Low testou Klose, testou Schürrle. Mas Götze sempre recebia uma chance, nem que fosse de alguns minutos, E foi na última dessas pequenas chances que o meia explicou por qual motivo continuou recebendo-as. Matou no peito, fuzilou Romero. Em um jogo sem grandes destaques individuais, o protagonista do lance decisivo é quem será lembrado. Götze é o nome.
O pior: Biglia - Messi, Lavezzi (no 1° tempo) e até Higuaín tinham que voltar ao meio de campo para fazer com que a bola chegasse ao ataque, já que o meio de campo da equipe foi nulo. Biglia foi um dos culpados. Com fraca marcação, também não soube como ajudar na parte ofensiva. Mascherano, que por diversas vezes na Copa cobriu esse buraco ofensivo argentino, ficou mais preso na marcação devido a escalação de três meias e dois atacantes na Alemanha, evidenciando ainda mais a falta de qualidade na partida de Biglia.
Chave do jogo: A Argentina não precisou marcar no campo de ataque para dar trabalho à Alemanha – lição já mostrada na Copa por Gana e Argélia, seleções que empataram com os alemães em 90 minutos (Argélia caiu na prorrogação). Recuar o time e apostar em contra-ataques rápidos foi a melhor tática para diminuir a qualidade do toque de bola do time europeu – no 1° tempo, a Alemanha produziu 22 ataques, contra só seis argentinos; mesmo assim, as chances perigosas foram duas para cada lado, mostrando a igualdade no jogo causada pela marcação da seleção sul-americana.
A individualidade, então, foi quem resolveu. Schürrle saiu de dois marcadores argentinos aos sete minutos da etapa final do tempo extra. Götze entrou pelo meio da área aproveitando esse espaço. Schürrle enxergou. Bola perfeita, gol do título mundial. Do tetracampeonato mundial alemão.
Toque dos técnicos: Alejandro Sabella escalou seu time da maneira que ele sabe jogar: fechando espaços para roubar a bola e apostar na velocidade do trio de ataque formado por Messi, Lavezzi e Higuaín. Isso foi ajudado por duas lesões: a de Khedira, no aquecimento, que forçou a escalação de Kramer; e a do próprio Kramer, que saiu ainda na primeira etapa após pancada na cabeça e foi trocado por Schürrle, mais ofensivo. Isso fez com que Joachim Löw tivesse que atuar com Kroos mais recuado – ou seja, menos um marcador para Messi e cia.
A solução encontrada por Löw para combater o técnico rival foi típica: seus reservas entraram para mudar o jogo. Schürrle e Götze, meias, ostraram que é possível jogar sem centroavante. Götze apareceu no meio e matou a final da Copa.
Para lembrar:
A Alemanha é o terceiro time a conquistar quatro títulos mundiais. Curiosamente, a 4ªtaça chega 24 anos depois da terceira (1990 – 2014), assim como ocorreu com Brasil (1970 – 1994) e Itália (1982 – 2006).
Kramer foi titular pela Alemanha na final do Mundial após atuar por apenas 12 minutos em toda a Copa. Ele entrou aos 4 min. do 2°t da prorrogação no duelo das oitavas contra a Argélia, e nos acréscimos do 2° tempo do jogo das quartas contra a França. Na decisão, acabou jogando pouco também: se contundiu após dividida pelo alto e, aos 31 minutos de jogo, foi substituído por Schürrle.
Além dessa concussão de Kramer, outra ocorreu na partida: Higuaín foi atingido na cabeça pelo joelho de Neuer, após lançamento longo – o árbitro italiano Rizzoli marcou falta de ataque. Mas a situação fez com que diversos comentários surgissem sobre afalta de atitude da Fifa após lances de pancada envolvendo a cabeça dos jogadores – há quem cobre tratamento melhor em campo e até substituição imediata, para evitar lesões mais graves em área tão perigosa do corpo.
A final teve duelo de torcidas, mas sem os alemães inclusos. Brasileiros e argentinos revezavam nos gritos mais altos. Do lado amarelo, o cântico “mil gols, só Pelé” era o mais ouvido; no argentino, o nervosismo deixava os rivais sul-americanos na vantagem, já que apenas em lances de perigo a torcida celeste e branca aumentava a voz.
Schweinsteiger recebeu um “soco” de Agüero no segundo tempo da prorrogação e teve que deixar o campo com sangramento no rosto - em poucos minutos, foram três pancadas recebidas pelo alemão, incluindo um carrinho “duplo” de Mascherano e Biglia. O lance ocorreu em dividida pelo alto. Agüero não recebeu cartão – nem falta foi marcada.
UOL
NO SUFOCO: Alemanha é tetra no Maracanã ao furar retranca Argentina na prorrogação
13/07/2014


A Alemanha é tetracampeã. De vilã da semifinal para heroína dos brasileiros na decisão. O time de Joachim Löw bateu a Argentina no Maracanã por 1 a 0, na prorrogação, e levantou seu quarto título na história: e o tetra deixa muitos no Brasil felizes. Menos do que os milhões de alemães, é claro, mas o coração do torcedor brasileiro sempre lembrará da segunda Copa que o país sediou também pela alegria da seleção alemã – que chegou dançando com índios, passou o tempo com as brincadeiras de Podolski sobre o Brasil, e deixa o país com a taça do mundo. Quem disse que preparação boa é aquela em que o time fica fechado, sem contato com o mundo? Os encontros alemães com o povo brasileiro, tirando um pequeno detalhe formado por sete gols em uma semifinal de Copa, provam o contrário.
Götze se tornou o herói do país que conquistou o Brasil. A torcida e a Copa. O sonho completo. A campeã do mundo mostrou uma variação de jogo inacreditável para apenas sete jogos de Copa. Começou com a velocidade contra Portugal e uma goleada marcante. Mostrou que podia ser parada por Gana. Soube jogar no abafa contra os EUA. Contou com a sorte e com a grandiosidade de Neuer contra a Argélia. Foi metódica contra a França. Humilhou o Brasil. E foi sádica contra a Argentina. Quando foi apertada, achou um gol em uma retranca na prorrogação. Dramática. Mas com merecimento. É tetra.
Fases do jogo: Na semifinal, Bernard foi escalado no Brasil para jogar na ponta direita para jogar na velocidade contra a lentidão de Höwedes, que atua pela esquerda do setor defensivo alemão. A Argentina apostou nisso no começo da final no Maracanã. Com mais qualidade do que o Brasil, que acabaria goleado por 7 a 1. Zabaleta e os atacantes argentinos começaram o jogo aproveitando esses espaços, e esse era o escape argentino contra a pressão alemã. Apesar da maior posse do time europeu no início, foi exatamente por aquele espaço “vazio” que Lavezzi surgiu livre para cruzar para Higuaín, que marcou aos 29 minutos – o lance foi anulado corretamente por impedimento.
Na defesa, a Argentina formava uma linha de cinco defensores, com Mascherano recuado, para tentar evitar que o toque de bola alemão resultasse em passe profundo para alguém livre na área. Na única oportunidade que a formação abriu espaço, Romero fez bela defesa em chute de primeira de Schürrle. Além dessas chances, outras duas boas na primeira etapa: para a Alemanha, Höwedes acertou a trave após escanteio; do outro lado, Higuaín recebeu livre, após cabeçada para trás de Kroos, mas bateu torto cara a cara com Neuer – no 2°tempo da prorrogação, Palacio perdeu a outra grande chance argentina: livre na área, a matada no peito desenhou o gol do título. Porém, em vez de bater, o atacante produziu um misto de tentativa de chapéu com chute. A bola foi fraca para fora.
Na segunda etapa, Messi. Após duas boas arrancadas no primeiro tempo, na volta do intervalo o craque argentino logo de cara perdeu ótima chance, nas costas de Boateng, batendo cruzado rente à trave de Neuer. Ele sabia que teria que chamar a responsabilidade no ataque para dar o tão sonhado título mundial a seu país. Chegou a colocar a mão na coxa, ficar quieto por alguns minutos. Até puxar a bola com a perna esquerda e bater, para assustar Neuer, aos 28 minutos. Porém, nenhum outro lance de perigo foi criado. Pela terceira final seguida, 90 minutos não bastaram para definir o novo campeão mundial.
Na prorrogação, a Alemanha tentou repetir a tática imposta contra a Argélia: gol logo de cara, e de novo com Schürrle. Mas, dessa vez, Romero evitou. A solução, então, foi repetir o que a Argentina tentou antes: lançamento para a área para um atacante livre. Götze, que nem Palacio, matou no peito. Götze, diferentemente de Palacio, bateu forte, baixo. A bola passou por Romero. Lembrou o gol de Iniesta, no segundo tempo da prorrogação da final de 2010. Assim cono há quatro anos, um chute cruzado decidiu a Copa do Mundo no final do tempo extra. Götze entra para a história saindo do banco.
O melhor: Götze - O alemão fez fraca Copa. Chegou a ser titular na primeira fase, mas perdeu a vaga. Joachim Low testou Klose, testou Schürrle. Mas Götze sempre recebia uma chance, nem que fosse de alguns minutos, E foi na última dessas pequenas chances que o meia explicou por qual motivo continuou recebendo-as. Matou no peito, fuzilou Romero. Em um jogo sem grandes destaques individuais, o protagonista do lance decisivo é quem será lembrado. Götze é o nome.
O pior: Biglia - Messi, Lavezzi (no 1° tempo) e até Higuaín tinham que voltar ao meio de campo para fazer com que a bola chegasse ao ataque, já que o meio de campo da equipe foi nulo. Biglia foi um dos culpados. Com fraca marcação, também não soube como ajudar na parte ofensiva. Mascherano, que por diversas vezes na Copa cobriu esse buraco ofensivo argentino, ficou mais preso na marcação devido a escalação de três meias e dois atacantes na Alemanha, evidenciando ainda mais a falta de qualidade na partida de Biglia.
Chave do jogo: A Argentina não precisou marcar no campo de ataque para dar trabalho à Alemanha – lição já mostrada na Copa por Gana e Argélia, seleções que empataram com os alemães em 90 minutos (Argélia caiu na prorrogação). Recuar o time e apostar em contra-ataques rápidos foi a melhor tática para diminuir a qualidade do toque de bola do time europeu – no 1° tempo, a Alemanha produziu 22 ataques, contra só seis argentinos; mesmo assim, as chances perigosas foram duas para cada lado, mostrando a igualdade no jogo causada pela marcação da seleção sul-americana.
A individualidade, então, foi quem resolveu. Schürrle saiu de dois marcadores argentinos aos sete minutos da etapa final do tempo extra. Götze entrou pelo meio da área aproveitando esse espaço. Schürrle enxergou. Bola perfeita, gol do título mundial. Do tetracampeonato mundial alemão.
Toque dos técnicos: Alejandro Sabella escalou seu time da maneira que ele sabe jogar: fechando espaços para roubar a bola e apostar na velocidade do trio de ataque formado por Messi, Lavezzi e Higuaín. Isso foi ajudado por duas lesões: a de Khedira, no aquecimento, que forçou a escalação de Kramer; e a do próprio Kramer, que saiu ainda na primeira etapa após pancada na cabeça e foi trocado por Schürrle, mais ofensivo. Isso fez com que Joachim Löw tivesse que atuar com Kroos mais recuado – ou seja, menos um marcador para Messi e cia.
A solução encontrada por Löw para combater o técnico rival foi típica: seus reservas entraram para mudar o jogo. Schürrle e Götze, meias, ostraram que é possível jogar sem centroavante. Götze apareceu no meio e matou a final da Copa.
Para lembrar:
A Alemanha é o terceiro time a conquistar quatro títulos mundiais. Curiosamente, a 4ªtaça chega 24 anos depois da terceira (1990 – 2014), assim como ocorreu com Brasil (1970 – 1994) e Itália (1982 – 2006).
Kramer foi titular pela Alemanha na final do Mundial após atuar por apenas 12 minutos em toda a Copa. Ele entrou aos 4 min. do 2°t da prorrogação no duelo das oitavas contra a Argélia, e nos acréscimos do 2° tempo do jogo das quartas contra a França. Na decisão, acabou jogando pouco também: se contundiu após dividida pelo alto e, aos 31 minutos de jogo, foi substituído por Schürrle.
Além dessa concussão de Kramer, outra ocorreu na partida: Higuaín foi atingido na cabeça pelo joelho de Neuer, após lançamento longo – o árbitro italiano Rizzoli marcou falta de ataque. Mas a situação fez com que diversos comentários surgissem sobre afalta de atitude da Fifa após lances de pancada envolvendo a cabeça dos jogadores – há quem cobre tratamento melhor em campo e até substituição imediata, para evitar lesões mais graves em área tão perigosa do corpo.
A final teve duelo de torcidas, mas sem os alemães inclusos. Brasileiros e argentinos revezavam nos gritos mais altos. Do lado amarelo, o cântico “mil gols, só Pelé” era o mais ouvido; no argentino, o nervosismo deixava os rivais sul-americanos na vantagem, já que apenas em lances de perigo a torcida celeste e branca aumentava a voz.
Schweinsteiger recebeu um “soco” de Agüero no segundo tempo da prorrogação e teve que deixar o campo com sangramento no rosto - em poucos minutos, foram três pancadas recebidas pelo alemão, incluindo um carrinho “duplo” de Mascherano e Biglia. O lance ocorreu em dividida pelo alto. Agüero não recebeu cartão – nem falta foi marcada.
UOL
NO SUFOCO: Alemanha é tetra no Maracanã ao furar retranca Argentina na prorrogação
13/07/2014

A Alemanha é tetracampeã. De vilã da semifinal para heroína dos brasileiros na decisão. O time de Joachim Löw bateu a Argentina no Maracanã por 1 a 0, na prorrogação, e levantou seu quarto título na história: e o tetra deixa muitos no Brasil felizes. Menos do que os milhões de alemães, é claro, mas o coração do torcedor brasileiro sempre lembrará da segunda Copa que o país sediou também pela alegria da seleção alemã – que chegou dançando com índios, passou o tempo com as brincadeiras de Podolski sobre o Brasil, e deixa o país com a taça do mundo. Quem disse que preparação boa é aquela em que o time fica fechado, sem contato com o mundo? Os encontros alemães com o povo brasileiro, tirando um pequeno detalhe formado por sete gols em uma semifinal de Copa, provam o contrário.
Götze se tornou o herói do país que conquistou o Brasil. A torcida e a Copa. O sonho completo. A campeã do mundo mostrou uma variação de jogo inacreditável para apenas sete jogos de Copa. Começou com a velocidade contra Portugal e uma goleada marcante. Mostrou que podia ser parada por Gana. Soube jogar no abafa contra os EUA. Contou com a sorte e com a grandiosidade de Neuer contra a Argélia. Foi metódica contra a França. Humilhou o Brasil. E foi sádica contra a Argentina. Quando foi apertada, achou um gol em uma retranca na prorrogação. Dramática. Mas com merecimento. É tetra.
Fases do jogo: Na semifinal, Bernard foi escalado no Brasil para jogar na ponta direita para jogar na velocidade contra a lentidão de Höwedes, que atua pela esquerda do setor defensivo alemão. A Argentina apostou nisso no começo da final no Maracanã. Com mais qualidade do que o Brasil, que acabaria goleado por 7 a 1. Zabaleta e os atacantes argentinos começaram o jogo aproveitando esses espaços, e esse era o escape argentino contra a pressão alemã. Apesar da maior posse do time europeu no início, foi exatamente por aquele espaço “vazio” que Lavezzi surgiu livre para cruzar para Higuaín, que marcou aos 29 minutos – o lance foi anulado corretamente por impedimento.
Na defesa, a Argentina formava uma linha de cinco defensores, com Mascherano recuado, para tentar evitar que o toque de bola alemão resultasse em passe profundo para alguém livre na área. Na única oportunidade que a formação abriu espaço, Romero fez bela defesa em chute de primeira de Schürrle. Além dessas chances, outras duas boas na primeira etapa: para a Alemanha, Höwedes acertou a trave após escanteio; do outro lado, Higuaín recebeu livre, após cabeçada para trás de Kroos, mas bateu torto cara a cara com Neuer – no 2°tempo da prorrogação, Palacio perdeu a outra grande chance argentina: livre na área, a matada no peito desenhou o gol do título. Porém, em vez de bater, o atacante produziu um misto de tentativa de chapéu com chute. A bola foi fraca para fora.
Na segunda etapa, Messi. Após duas boas arrancadas no primeiro tempo, na volta do intervalo o craque argentino logo de cara perdeu ótima chance, nas costas de Boateng, batendo cruzado rente à trave de Neuer. Ele sabia que teria que chamar a responsabilidade no ataque para dar o tão sonhado título mundial a seu país. Chegou a colocar a mão na coxa, ficar quieto por alguns minutos. Até puxar a bola com a perna esquerda e bater, para assustar Neuer, aos 28 minutos. Porém, nenhum outro lance de perigo foi criado. Pela terceira final seguida, 90 minutos não bastaram para definir o novo campeão mundial.
Na prorrogação, a Alemanha tentou repetir a tática imposta contra a Argélia: gol logo de cara, e de novo com Schürrle. Mas, dessa vez, Romero evitou. A solução, então, foi repetir o que a Argentina tentou antes: lançamento para a área para um atacante livre. Götze, que nem Palacio, matou no peito. Götze, diferentemente de Palacio, bateu forte, baixo. A bola passou por Romero. Lembrou o gol de Iniesta, no segundo tempo da prorrogação da final de 2010. Assim cono há quatro anos, um chute cruzado decidiu a Copa do Mundo no final do tempo extra. Götze entra para a história saindo do banco.
O melhor: Götze - O alemão fez fraca Copa. Chegou a ser titular na primeira fase, mas perdeu a vaga. Joachim Low testou Klose, testou Schürrle. Mas Götze sempre recebia uma chance, nem que fosse de alguns minutos, E foi na última dessas pequenas chances que o meia explicou por qual motivo continuou recebendo-as. Matou no peito, fuzilou Romero. Em um jogo sem grandes destaques individuais, o protagonista do lance decisivo é quem será lembrado. Götze é o nome.
O pior: Biglia - Messi, Lavezzi (no 1° tempo) e até Higuaín tinham que voltar ao meio de campo para fazer com que a bola chegasse ao ataque, já que o meio de campo da equipe foi nulo. Biglia foi um dos culpados. Com fraca marcação, também não soube como ajudar na parte ofensiva. Mascherano, que por diversas vezes na Copa cobriu esse buraco ofensivo argentino, ficou mais preso na marcação devido a escalação de três meias e dois atacantes na Alemanha, evidenciando ainda mais a falta de qualidade na partida de Biglia.
Chave do jogo: A Argentina não precisou marcar no campo de ataque para dar trabalho à Alemanha – lição já mostrada na Copa por Gana e Argélia, seleções que empataram com os alemães em 90 minutos (Argélia caiu na prorrogação). Recuar o time e apostar em contra-ataques rápidos foi a melhor tática para diminuir a qualidade do toque de bola do time europeu – no 1° tempo, a Alemanha produziu 22 ataques, contra só seis argentinos; mesmo assim, as chances perigosas foram duas para cada lado, mostrando a igualdade no jogo causada pela marcação da seleção sul-americana.
A individualidade, então, foi quem resolveu. Schürrle saiu de dois marcadores argentinos aos sete minutos da etapa final do tempo extra. Götze entrou pelo meio da área aproveitando esse espaço. Schürrle enxergou. Bola perfeita, gol do título mundial. Do tetracampeonato mundial alemão.
Toque dos técnicos: Alejandro Sabella escalou seu time da maneira que ele sabe jogar: fechando espaços para roubar a bola e apostar na velocidade do trio de ataque formado por Messi, Lavezzi e Higuaín. Isso foi ajudado por duas lesões: a de Khedira, no aquecimento, que forçou a escalação de Kramer; e a do próprio Kramer, que saiu ainda na primeira etapa após pancada na cabeça e foi trocado por Schürrle, mais ofensivo. Isso fez com que Joachim Löw tivesse que atuar com Kroos mais recuado – ou seja, menos um marcador para Messi e cia.
A solução encontrada por Löw para combater o técnico rival foi típica: seus reservas entraram para mudar o jogo. Schürrle e Götze, meias, ostraram que é possível jogar sem centroavante. Götze apareceu no meio e matou a final da Copa.
Para lembrar:
A Alemanha é o terceiro time a conquistar quatro títulos mundiais. Curiosamente, a 4ªtaça chega 24 anos depois da terceira (1990 – 2014), assim como ocorreu com Brasil (1970 – 1994) e Itália (1982 – 2006).
Kramer foi titular pela Alemanha na final do Mundial após atuar por apenas 12 minutos em toda a Copa. Ele entrou aos 4 min. do 2°t da prorrogação no duelo das oitavas contra a Argélia, e nos acréscimos do 2° tempo do jogo das quartas contra a França. Na decisão, acabou jogando pouco também: se contundiu após dividida pelo alto e, aos 31 minutos de jogo, foi substituído por Schürrle.
Além dessa concussão de Kramer, outra ocorreu na partida: Higuaín foi atingido na cabeça pelo joelho de Neuer, após lançamento longo – o árbitro italiano Rizzoli marcou falta de ataque. Mas a situação fez com que diversos comentários surgissem sobre afalta de atitude da Fifa após lances de pancada envolvendo a cabeça dos jogadores – há quem cobre tratamento melhor em campo e até substituição imediata, para evitar lesões mais graves em área tão perigosa do corpo.
A final teve duelo de torcidas, mas sem os alemães inclusos. Brasileiros e argentinos revezavam nos gritos mais altos. Do lado amarelo, o cântico “mil gols, só Pelé” era o mais ouvido; no argentino, o nervosismo deixava os rivais sul-americanos na vantagem, já que apenas em lances de perigo a torcida celeste e branca aumentava a voz.
Schweinsteiger recebeu um “soco” de Agüero no segundo tempo da prorrogação e teve que deixar o campo com sangramento no rosto - em poucos minutos, foram três pancadas recebidas pelo alemão, incluindo um carrinho “duplo” de Mascherano e Biglia. O lance ocorreu em dividida pelo alto. Agüero não recebeu cartão – nem falta foi marcada.
UOL
George Soares prestigia festa de emancipação de Parazinho
13/07/2014

deputada federal Dra. Zenaide Maia, o deputado estadual George Soares (PR) se integrou nesse sábado (12) às comemorações pela passagem dos 52 anos de emancipação política, social e administrativa do município de Parazinho. Ambos foram recepcionados pelo prefeito da cidade, Marcos Antonio de Oliveira, “Marquinhos”, ao lado de quem prestigiaram a celebração eucarística em Ação de Graças pelo aniversário da cidade.
Em 08 de maio de 1962, através da Lei nº 2.753, Parazinho desmembrou-se de Baixa Verde (hoje João Câmara), e tornou-se município no dia 12 de julho do mesmo ano. “Quero me congratular com o prefeito Marquinhos e toda a população de Parazinho por mais uma celebração de sua data de emancipação e, ao mesmo tempo, reafirmar nosso compromisso com o município e seu povo”, declarou George Soares.
NO SUFOCO: Alemanha é tetra no Maracanã ao furar retranca Argentina na prorrogação
13/07/2014
A Alemanha é tetracampeã. De vilã da semifinal para heroína dos brasileiros na decisão. O time de Joachim Löw bateu a Argentina no Maracanã por 1 a 0, na prorrogação, e levantou seu quarto título na história: e o tetra deixa muitos no Brasil felizes. Menos do que os milhões de alemães, é claro, mas o coração do torcedor brasileiro sempre lembrará da segunda Copa que o país sediou também pela alegria da seleção alemã – que chegou dançando com índios, passou o tempo com as brincadeiras de Podolski sobre o Brasil, e deixa o país com a taça do mundo. Quem disse que preparação boa é aquela em que o time fica fechado, sem contato com o mundo? Os encontros alemães com o povo brasileiro, tirando um pequeno detalhe formado por sete gols em uma semifinal de Copa, provam o contrário.
Götze se tornou o herói do país que conquistou o Brasil. A torcida e a Copa. O sonho completo. A campeã do mundo mostrou uma variação de jogo inacreditável para apenas sete jogos de Copa. Começou com a velocidade contra Portugal e uma goleada marcante. Mostrou que podia ser parada por Gana. Soube jogar no abafa contra os EUA. Contou com a sorte e com a grandiosidade de Neuer contra a Argélia. Foi metódica contra a França. Humilhou o Brasil. E foi sádica contra a Argentina. Quando foi apertada, achou um gol em uma retranca na prorrogação. Dramática. Mas com merecimento. É tetra.
Fases do jogo: Na semifinal, Bernard foi escalado no Brasil para jogar na ponta direita para jogar na velocidade contra a lentidão de Höwedes, que atua pela esquerda do setor defensivo alemão. A Argentina apostou nisso no começo da final no Maracanã. Com mais qualidade do que o Brasil, que acabaria goleado por 7 a 1. Zabaleta e os atacantes argentinos começaram o jogo aproveitando esses espaços, e esse era o escape argentino contra a pressão alemã. Apesar da maior posse do time europeu no início, foi exatamente por aquele espaço “vazio” que Lavezzi surgiu livre para cruzar para Higuaín, que marcou aos 29 minutos – o lance foi anulado corretamente por impedimento.
Na defesa, a Argentina formava uma linha de cinco defensores, com Mascherano recuado, para tentar evitar que o toque de bola alemão resultasse em passe profundo para alguém livre na área. Na única oportunidade que a formação abriu espaço, Romero fez bela defesa em chute de primeira de Schürrle. Além dessas chances, outras duas boas na primeira etapa: para a Alemanha, Höwedes acertou a trave após escanteio; do outro lado, Higuaín recebeu livre, após cabeçada para trás de Kroos, mas bateu torto cara a cara com Neuer – no 2°tempo da prorrogação, Palacio perdeu a outra grande chance argentina: livre na área, a matada no peito desenhou o gol do título. Porém, em vez de bater, o atacante produziu um misto de tentativa de chapéu com chute. A bola foi fraca para fora.
Na segunda etapa, Messi. Após duas boas arrancadas no primeiro tempo, na volta do intervalo o craque argentino logo de cara perdeu ótima chance, nas costas de Boateng, batendo cruzado rente à trave de Neuer. Ele sabia que teria que chamar a responsabilidade no ataque para dar o tão sonhado título mundial a seu país. Chegou a colocar a mão na coxa, ficar quieto por alguns minutos. Até puxar a bola com a perna esquerda e bater, para assustar Neuer, aos 28 minutos. Porém, nenhum outro lance de perigo foi criado. Pela terceira final seguida, 90 minutos não bastaram para definir o novo campeão mundial.
Na prorrogação, a Alemanha tentou repetir a tática imposta contra a Argélia: gol logo de cara, e de novo com Schürrle. Mas, dessa vez, Romero evitou. A solução, então, foi repetir o que a Argentina tentou antes: lançamento para a área para um atacante livre. Götze, que nem Palacio, matou no peito. Götze, diferentemente de Palacio, bateu forte, baixo. A bola passou por Romero. Lembrou o gol de Iniesta, no segundo tempo da prorrogação da final de 2010. Assim cono há quatro anos, um chute cruzado decidiu a Copa do Mundo no final do tempo extra. Götze entra para a história saindo do banco.
O melhor: Götze - O alemão fez fraca Copa. Chegou a ser titular na primeira fase, mas perdeu a vaga. Joachim Low testou Klose, testou Schürrle. Mas Götze sempre recebia uma chance, nem que fosse de alguns minutos, E foi na última dessas pequenas chances que o meia explicou por qual motivo continuou recebendo-as. Matou no peito, fuzilou Romero. Em um jogo sem grandes destaques individuais, o protagonista do lance decisivo é quem será lembrado. Götze é o nome.
O pior: Biglia - Messi, Lavezzi (no 1° tempo) e até Higuaín tinham que voltar ao meio de campo para fazer com que a bola chegasse ao ataque, já que o meio de campo da equipe foi nulo. Biglia foi um dos culpados. Com fraca marcação, também não soube como ajudar na parte ofensiva. Mascherano, que por diversas vezes na Copa cobriu esse buraco ofensivo argentino, ficou mais preso na marcação devido a escalação de três meias e dois atacantes na Alemanha, evidenciando ainda mais a falta de qualidade na partida de Biglia.
Chave do jogo: A Argentina não precisou marcar no campo de ataque para dar trabalho à Alemanha – lição já mostrada na Copa por Gana e Argélia, seleções que empataram com os alemães em 90 minutos (Argélia caiu na prorrogação). Recuar o time e apostar em contra-ataques rápidos foi a melhor tática para diminuir a qualidade do toque de bola do time europeu – no 1° tempo, a Alemanha produziu 22 ataques, contra só seis argentinos; mesmo assim, as chances perigosas foram duas para cada lado, mostrando a igualdade no jogo causada pela marcação da seleção sul-americana.
A individualidade, então, foi quem resolveu. Schürrle saiu de dois marcadores argentinos aos sete minutos da etapa final do tempo extra. Götze entrou pelo meio da área aproveitando esse espaço. Schürrle enxergou. Bola perfeita, gol do título mundial. Do tetracampeonato mundial alemão.
Toque dos técnicos: Alejandro Sabella escalou seu time da maneira que ele sabe jogar: fechando espaços para roubar a bola e apostar na velocidade do trio de ataque formado por Messi, Lavezzi e Higuaín. Isso foi ajudado por duas lesões: a de Khedira, no aquecimento, que forçou a escalação de Kramer; e a do próprio Kramer, que saiu ainda na primeira etapa após pancada na cabeça e foi trocado por Schürrle, mais ofensivo. Isso fez com que Joachim Löw tivesse que atuar com Kroos mais recuado – ou seja, menos um marcador para Messi e cia.
A solução encontrada por Löw para combater o técnico rival foi típica: seus reservas entraram para mudar o jogo. Schürrle e Götze, meias, ostraram que é possível jogar sem centroavante. Götze apareceu no meio e matou a final da Copa.
Para lembrar:
A Alemanha é o terceiro time a conquistar quatro títulos mundiais. Curiosamente, a 4ªtaça chega 24 anos depois da terceira (1990 – 2014), assim como ocorreu com Brasil (1970 – 1994) e Itália (1982 – 2006).
Kramer foi titular pela Alemanha na final do Mundial após atuar por apenas 12 minutos em toda a Copa. Ele entrou aos 4 min. do 2°t da prorrogação no duelo das oitavas contra a Argélia, e nos acréscimos do 2° tempo do jogo das quartas contra a França. Na decisão, acabou jogando pouco também: se contundiu após dividida pelo alto e, aos 31 minutos de jogo, foi substituído por Schürrle.
Além dessa concussão de Kramer, outra ocorreu na partida: Higuaín foi atingido na cabeça pelo joelho de Neuer, após lançamento longo – o árbitro italiano Rizzoli marcou falta de ataque. Mas a situação fez com que diversos comentários surgissem sobre afalta de atitude da Fifa após lances de pancada envolvendo a cabeça dos jogadores – há quem cobre tratamento melhor em campo e até substituição imediata, para evitar lesões mais graves em área tão perigosa do corpo.
A final teve duelo de torcidas, mas sem os alemães inclusos. Brasileiros e argentinos revezavam nos gritos mais altos. Do lado amarelo, o cântico “mil gols, só Pelé” era o mais ouvido; no argentino, o nervosismo deixava os rivais sul-americanos na vantagem, já que apenas em lances de perigo a torcida celeste e branca aumentava a voz.
Schweinsteiger recebeu um “soco” de Agüero no segundo tempo da prorrogação e teve que deixar o campo com sangramento no rosto - em poucos minutos, foram três pancadas recebidas pelo alemão, incluindo um carrinho “duplo” de Mascherano e Biglia. O lance ocorreu em dividida pelo alto. Agüero não recebeu cartão – nem falta foi marcada.
UOL
NO SUFOCO: Alemanha é tetra no Maracanã ao furar retranca Argentina na prorrogação
13/07/2014

A Alemanha é tetracampeã. De vilã da semifinal para heroína dos brasileiros na decisão. O time de Joachim Löw bateu a Argentina no Maracanã por 1 a 0, na prorrogação, e levantou seu quarto título na história: e o tetra deixa muitos no Brasil felizes. Menos do que os milhões de alemães, é claro, mas o coração do torcedor brasileiro sempre lembrará da segunda Copa que o país sediou também pela alegria da seleção alemã – que chegou dançando com índios, passou o tempo com as brincadeiras de Podolski sobre o Brasil, e deixa o país com a taça do mundo. Quem disse que preparação boa é aquela em que o time fica fechado, sem contato com o mundo? Os encontros alemães com o povo brasileiro, tirando um pequeno detalhe formado por sete gols em uma semifinal de Copa, provam o contrário.
Götze se tornou o herói do país que conquistou o Brasil. A torcida e a Copa. O sonho completo. A campeã do mundo mostrou uma variação de jogo inacreditável para apenas sete jogos de Copa. Começou com a velocidade contra Portugal e uma goleada marcante. Mostrou que podia ser parada por Gana. Soube jogar no abafa contra os EUA. Contou com a sorte e com a grandiosidade de Neuer contra a Argélia. Foi metódica contra a França. Humilhou o Brasil. E foi sádica contra a Argentina. Quando foi apertada, achou um gol em uma retranca na prorrogação. Dramática. Mas com merecimento. É tetra.
Fases do jogo: Na semifinal, Bernard foi escalado no Brasil para jogar na ponta direita para jogar na velocidade contra a lentidão de Höwedes, que atua pela esquerda do setor defensivo alemão. A Argentina apostou nisso no começo da final no Maracanã. Com mais qualidade do que o Brasil, que acabaria goleado por 7 a 1. Zabaleta e os atacantes argentinos começaram o jogo aproveitando esses espaços, e esse era o escape argentino contra a pressão alemã. Apesar da maior posse do time europeu no início, foi exatamente por aquele espaço “vazio” que Lavezzi surgiu livre para cruzar para Higuaín, que marcou aos 29 minutos – o lance foi anulado corretamente por impedimento.
Na defesa, a Argentina formava uma linha de cinco defensores, com Mascherano recuado, para tentar evitar que o toque de bola alemão resultasse em passe profundo para alguém livre na área. Na única oportunidade que a formação abriu espaço, Romero fez bela defesa em chute de primeira de Schürrle. Além dessas chances, outras duas boas na primeira etapa: para a Alemanha, Höwedes acertou a trave após escanteio; do outro lado, Higuaín recebeu livre, após cabeçada para trás de Kroos, mas bateu torto cara a cara com Neuer – no 2°tempo da prorrogação, Palacio perdeu a outra grande chance argentina: livre na área, a matada no peito desenhou o gol do título. Porém, em vez de bater, o atacante produziu um misto de tentativa de chapéu com chute. A bola foi fraca para fora.
Na segunda etapa, Messi. Após duas boas arrancadas no primeiro tempo, na volta do intervalo o craque argentino logo de cara perdeu ótima chance, nas costas de Boateng, batendo cruzado rente à trave de Neuer. Ele sabia que teria que chamar a responsabilidade no ataque para dar o tão sonhado título mundial a seu país. Chegou a colocar a mão na coxa, ficar quieto por alguns minutos. Até puxar a bola com a perna esquerda e bater, para assustar Neuer, aos 28 minutos. Porém, nenhum outro lance de perigo foi criado. Pela terceira final seguida, 90 minutos não bastaram para definir o novo campeão mundial.
Na prorrogação, a Alemanha tentou repetir a tática imposta contra a Argélia: gol logo de cara, e de novo com Schürrle. Mas, dessa vez, Romero evitou. A solução, então, foi repetir o que a Argentina tentou antes: lançamento para a área para um atacante livre. Götze, que nem Palacio, matou no peito. Götze, diferentemente de Palacio, bateu forte, baixo. A bola passou por Romero. Lembrou o gol de Iniesta, no segundo tempo da prorrogação da final de 2010. Assim cono há quatro anos, um chute cruzado decidiu a Copa do Mundo no final do tempo extra. Götze entra para a história saindo do banco.
O melhor: Götze - O alemão fez fraca Copa. Chegou a ser titular na primeira fase, mas perdeu a vaga. Joachim Low testou Klose, testou Schürrle. Mas Götze sempre recebia uma chance, nem que fosse de alguns minutos, E foi na última dessas pequenas chances que o meia explicou por qual motivo continuou recebendo-as. Matou no peito, fuzilou Romero. Em um jogo sem grandes destaques individuais, o protagonista do lance decisivo é quem será lembrado. Götze é o nome.
O pior: Biglia - Messi, Lavezzi (no 1° tempo) e até Higuaín tinham que voltar ao meio de campo para fazer com que a bola chegasse ao ataque, já que o meio de campo da equipe foi nulo. Biglia foi um dos culpados. Com fraca marcação, também não soube como ajudar na parte ofensiva. Mascherano, que por diversas vezes na Copa cobriu esse buraco ofensivo argentino, ficou mais preso na marcação devido a escalação de três meias e dois atacantes na Alemanha, evidenciando ainda mais a falta de qualidade na partida de Biglia.
Chave do jogo: A Argentina não precisou marcar no campo de ataque para dar trabalho à Alemanha – lição já mostrada na Copa por Gana e Argélia, seleções que empataram com os alemães em 90 minutos (Argélia caiu na prorrogação). Recuar o time e apostar em contra-ataques rápidos foi a melhor tática para diminuir a qualidade do toque de bola do time europeu – no 1° tempo, a Alemanha produziu 22 ataques, contra só seis argentinos; mesmo assim, as chances perigosas foram duas para cada lado, mostrando a igualdade no jogo causada pela marcação da seleção sul-americana.
A individualidade, então, foi quem resolveu. Schürrle saiu de dois marcadores argentinos aos sete minutos da etapa final do tempo extra. Götze entrou pelo meio da área aproveitando esse espaço. Schürrle enxergou. Bola perfeita, gol do título mundial. Do tetracampeonato mundial alemão.
Toque dos técnicos: Alejandro Sabella escalou seu time da maneira que ele sabe jogar: fechando espaços para roubar a bola e apostar na velocidade do trio de ataque formado por Messi, Lavezzi e Higuaín. Isso foi ajudado por duas lesões: a de Khedira, no aquecimento, que forçou a escalação de Kramer; e a do próprio Kramer, que saiu ainda na primeira etapa após pancada na cabeça e foi trocado por Schürrle, mais ofensivo. Isso fez com que Joachim Löw tivesse que atuar com Kroos mais recuado – ou seja, menos um marcador para Messi e cia.
A solução encontrada por Löw para combater o técnico rival foi típica: seus reservas entraram para mudar o jogo. Schürrle e Götze, meias, ostraram que é possível jogar sem centroavante. Götze apareceu no meio e matou a final da Copa.
Para lembrar:
A Alemanha é o terceiro time a conquistar quatro títulos mundiais. Curiosamente, a 4ªtaça chega 24 anos depois da terceira (1990 – 2014), assim como ocorreu com Brasil (1970 – 1994) e Itália (1982 – 2006).
Kramer foi titular pela Alemanha na final do Mundial após atuar por apenas 12 minutos em toda a Copa. Ele entrou aos 4 min. do 2°t da prorrogação no duelo das oitavas contra a Argélia, e nos acréscimos do 2° tempo do jogo das quartas contra a França. Na decisão, acabou jogando pouco também: se contundiu após dividida pelo alto e, aos 31 minutos de jogo, foi substituído por Schürrle.
Além dessa concussão de Kramer, outra ocorreu na partida: Higuaín foi atingido na cabeça pelo joelho de Neuer, após lançamento longo – o árbitro italiano Rizzoli marcou falta de ataque. Mas a situação fez com que diversos comentários surgissem sobre afalta de atitude da Fifa após lances de pancada envolvendo a cabeça dos jogadores – há quem cobre tratamento melhor em campo e até substituição imediata, para evitar lesões mais graves em área tão perigosa do corpo.
A final teve duelo de torcidas, mas sem os alemães inclusos. Brasileiros e argentinos revezavam nos gritos mais altos. Do lado amarelo, o cântico “mil gols, só Pelé” era o mais ouvido; no argentino, o nervosismo deixava os rivais sul-americanos na vantagem, já que apenas em lances de perigo a torcida celeste e branca aumentava a voz.
Schweinsteiger recebeu um “soco” de Agüero no segundo tempo da prorrogação e teve que deixar o campo com sangramento no rosto - em poucos minutos, foram três pancadas recebidas pelo alemão, incluindo um carrinho “duplo” de Mascherano e Biglia. O lance ocorreu em dividida pelo alto. Agüero não recebeu cartão – nem falta foi marcada.
UOL
George Soares prestigia festa de emancipação de Parazinho
13/07/2014

deputada federal Dra. Zenaide Maia, o deputado estadual George Soares (PR) se integrou nesse sábado (12) às comemorações pela passagem dos 52 anos de emancipação política, social e administrativa do município de Parazinho. Ambos foram recepcionados pelo prefeito da cidade, Marcos Antonio de Oliveira, “Marquinhos”, ao lado de quem prestigiaram a celebração eucarística em Ação de Graças pelo aniversário da cidade.
Em 08 de maio de 1962, através da Lei nº 2.753, Parazinho desmembrou-se de Baixa Verde (hoje João Câmara), e tornou-se município no dia 12 de julho do mesmo ano. “Quero me congratular com o prefeito Marquinhos e toda a população de Parazinho por mais uma celebração de sua data de emancipação e, ao mesmo tempo, reafirmar nosso compromisso com o município e seu povo”, declarou George Soares.
Dez prefeitos reforçam apoio a Henrique e Wilma durante reunião no Seridó
13/07/2014
Dez prefeitos e diversas lideranças que apoiam as candidaturas de Henrique Alves (PMDB) ao governo do estado e Wilma de Faria (PSB) ao Senado estiveram presentes, na noite deste sábado (12), no município de Lagoa Nova, ao encontro que reuniu lideranças e amigos do deputado estadual Nelter Queiroz, candidato à reeleição.
“Essa reunião é uma das mais importantes do início de nossa campanha. Estão aqui lideranças fortes, comprometidas com um futuro melhor para o Rio Grande do Norte, que vão levar aos seus municípios nosso projeto de recuperar o estado”, afirmou Henrique Alves.
Wilma de Faria ressaltou que a aliança dos partidos que compõem a coligação União pela Mudança é importante para que o estado tenha força política para se recuperar. “Qualquer um sabe que Henrique é hoje quem tem mais força e capacidade para conseguir o que o estado precisa. Ele tem ao seu lado partidos que vão contribuir muito para o nosso projeto”, declarou.
Nelter Queiroz também defendeu a união em prol do Rio Grande do Norte. “Henrique Alves está sepultando o radicalismo no estado. Vai ser o maior governador do Rio Grande do Norte”, disse. O prefeito local, João Maria Assunção, que ainda não anunciou seu voto, mas está no grupo de Nelter Queiroz, afirmou que Lagoa Nova está de braços abertos para os candidatos presentes na reunião.
Dos prefeitos que apóiam Henrique e Wilma, participaram George Queiroz (Jucurutu), Jackson Dantas (São José do Seridó), Nena (Cruzeta), Paulo de Brito (Ipueira), Adriano (Santana do Seridó), Genilson Maia (São Fernando), Gildenor (Triunfo Potiguar), Tinhá (Bodó), Joci Lins (São Vicente) e Noilde Sabino (Equador).
Jornal diz que José Mourinho pode assumir Brasil a partir de 2017
13/07/2014
A edição deste sábado do jornal espanhol Marca afirma que o técnico José Mourinho descarta a possibilidade de assumir a curto prazo o comando da Seleção Brasileira. Segundo a publicação, Mourinho poderá até treinar o Brasil, mas apenas a partir de 2017, quando termina seu contrato com o Chelsea.
A capa do diário esportivo diz que “Mourinho descarta treinar o Brasil… Por enquanto”. “O português está muito empolgado com o novo Chelsea, que pode brigar por tudo”, diz o Marca, afirmando que “a porta não se fecha (para comandar a Seleção Brasileira) para o Mundial da Rússia”.
Caso CBF e Mourinho aceitem as exigências de ambos os lados, o português assumiria o Brasil apenas em 2017, a um ano da próxima Copa do Mundo. O acordo, no entanto, pode sair antes – segundo o jornal, Ronaldo estaria empenhado em convencer o português a deixar o Estádio de Stamford Bridge já em 2016.
Mourinho é um dos técnicos estrangeiros cotados para assumir a Seleção Brasileira em caso de queda de Luiz Felipe Scolari. Nomes como Pep Guardiola e Jorge Sampaoli também foram cogitados. No Brasil, Tite, Muricy Ramalho e Vanderlei Luxemburgo já foram ventilados.
Terra
Acordar cedo ajuda a emagrecer segundo pesquisadores americanos
13/07/2014
Deus ajuda quem cedo madruga… Até na dieta. Além da proteção divina prometida no famoso dito popular, levantar o quanto antes da cama contribui na luta contra os quilos a mais. É o que mostram pesquisadores americanos em um artigo publicado na revista americana Plos One. Segundo eles, os raios solares da manhã interferem mais no índice de massa corporal (IMC) que os do fim do dia. Isso porque, no primeiro caso, há uma influência positiva maior no funcionamento do relógio biológico.
Os cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade Northwestern criaram um modelo para avaliar como a exposição à luz do sol em horários distintos afetaria o corpo humano. Os 54 participantes do experimento foram monitorados durante sete dias por meio de uma pulseira que mediu o tempo e a intensidade do sol recebida. Uma semana depois, o horário de exibição foi alterado, permitindo a comparação dos resultados.

Maioria dos deputados nas bancadas potiguares disputarão à reeleiçãoMaioria dos deputados nas bancadas potiguares disputarão à reeleição
13/07/2014
A maioria dos parlamentares que compõem as bancadas do Rio Grande do Norte, tanto na Assembleia Legislativa como na Câmara Federal, devem disputar à reeleição dos mandatos. Dos 24 deputados que representam o Estado, 20 estão na disputa para permanecer na Casa Legislativa. Em Brasília, não é diferente, das oito cadeiras, cinco são de parlamentares que estão nas ruas fortalecendo as alianças para manter os mandatos.
Os deputados federais Felipe Maia (DEM), Fábio Faria (PSD), Betinho Rosado (PP), Sandra Rosado (PSB) e Paulo Wagner (PV), nem cogitam a possibilidade de abandonar a Câmara Federal. As três vagas ‘disponíveis’ são da deputada federal Fátima Bezerra (PT) que disputa o Senado, e dos candidatos ao Governo, Henrique Eduardo Alves (PMDB), e o seu vice João Maia (PR).
Já na Assembleia Legislativa, dos quatro deputados que ‘desistiram’ de disputar o Legislativo estadual, apenas a deputada Gesane Marinho (PSD) não participará do pleito de 2014. Antônio Jácome (PMN) e Walter Alves (PMDB) vão concorrer a uma vaga na Câmara Federal. O deputado estadual Fábio Dantas (PC do B) pleiteia ser o vice-govenador do Estado na chapa encabeçada por Robinson Faria (PSD).
Agnelo Alves (PDT), Dibsson Nasser (PSDB), Ezequiel Ferreira (PMDB), Fernando Mineiro (PT), Getúlio Rego (DEM), Gilson Moura (PROS), Gustavo Carvalho (PROS), Gustavo Fernandes (PROS), George Soares (PR), Hermano Morais (PMDB), José Dias (PSD), Kelps Lima (SD), Larissa Rosado (PSB), Leonardo Nogueira (DEM), Márcia Maia (PSB), Nelter Queiroz (PMDB), Raimundo Fernandes (PROS), Ricardo Motta (PROS), Tomba (PSB) e Vivaldo Costa (PROS) pleiteam a permanência nos cargos.
Os dados do Tribunal Superior Eleitoral mostram que a ‘briga’ nas urnas será acirrada entre os atuais parlamentares e aqueles que pretendem renovar o Legislativo estadual. Na Assembleia, por exemplo, há 267 candidatos que pleiteiam as 24 cadeiras. Basta saber, se nas eleições em 2014 vai prevalecer a ‘experiência’ ou a ‘renovação’. A resposta só no dia 5 de outubro.
Maioria dos deputados nas bancadas potiguares disputarão à reeleição.
13/07/2014
A maioria dos parlamentares que compõem as bancadas do Rio Grande do Norte, tanto na Assembleia Legislativa como na Câmara Federal, devem disputar à reeleição dos mandatos. Dos 24 deputados que representam o Estado, 20 estão na disputa para permanecer na Casa Legislativa. Em Brasília, não é diferente, das oito cadeiras, cinco são de parlamentares que estão nas ruas fortalecendo as alianças para manter os mandatos.
Os deputados federais Felipe Maia (DEM), Fábio Faria (PSD), Betinho Rosado (PP), Sandra Rosado (PSB) e Paulo Wagner (PV), nem cogitam a possibilidade de abandonar a Câmara Federal. As três vagas ‘disponíveis’ são da deputada federal Fátima Bezerra (PT) que disputa o Senado, e dos candidatos ao Governo, Henrique Eduardo Alves (PMDB), e o seu vice João Maia (PR).
Já na Assembleia Legislativa, dos quatro deputados que ‘desistiram’ de disputar o Legislativo estadual, apenas a deputada Gesane Marinho (PSD) não participará do pleito de 2014. Antônio Jácome (PMN) e Walter Alves (PMDB) vão concorrer a uma vaga na Câmara Federal. O deputado estadual Fábio Dantas (PC do B) pleiteia ser o vice-govenador do Estado na chapa encabeçada por Robinson Faria (PSD).
Agnelo Alves (PDT), Dibsson Nasser (PSDB), Ezequiel Ferreira (PMDB), Fernando Mineiro (PT), Getúlio Rego (DEM), Gilson Moura (PROS), Gustavo Carvalho (PROS), Gustavo Fernandes (PROS), George Soares (PR), Hermano Morais (PMDB), José Dias (PSD), Kelps Lima (SD), Larissa Rosado (PSB), Leonardo Nogueira (DEM), Márcia Maia (PSB), Nelter Queiroz (PMDB), Raimundo Fernandes (PROS), Ricardo Motta (PROS), Tomba (PSB) e Vivaldo Costa (PROS) pleiteam a permanência nos cargos.
Os dados do Tribunal Superior Eleitoral mostram que a ‘briga’ nas urnas será acirrada entre os atuais parlamentares e aqueles que pretendem renovar o Legislativo estadual. Na Assembleia, por exemplo, há 267 candidatos que pleiteiam as 24 cadeiras. Basta saber, se nas eleições em 2014 vai prevalecer a ‘experiência’ ou a ‘renovação’. A resposta só no dia 5 de outubro.
Aniversário: Paulo Roberto da Câmara Júnior
13/07/2014
Paulo Roberto Júnior e seus famíliares (Foto: Marco Montoril)
Rasgando folhinha neste domingo (13) de julho, Paulo Roberto da Câmara Júnior, que recebe os cumprimentos de familiares e amigas, O blog compartilha esse momento de comemoração e deseja muitas felicidades.
Messi define partida contra a Alemanha como a mais importante de sua vida
13/07/2014

Messi empolgado com a decisão no Maracanã
Lionel Messi terá a chance de conquistar o seu primeiro título de campeão mundial neste domingo. Motivo com a possibilidade de vencer a Copa 2014, o atacante argentino deixou uma mensagem aos torcedores em uma rede social. O atleta destaca o empenho do grupo, que chegou à final depois de 24 anos, e agradece o carinho da torcida.
Aniversariante de hoje: Paulo Roberto da Câmara Júnior
13/07/2014
Paulo Roberto Júnior e seus famíliares (Foto: Marco Montoril)
Rasgando folhinha neste domingo (13) de julho, Paulo Roberto da Câmara Júnior, que recebe os cumprimentos de familiares e amigas, O blog compartilha esse momento de comemoração e deseja muitas felicidades.
Hoje é o aniversário de: Paulo Roberto da Câmara Júnior
13/07/2014
Paulo Roberto Júnior e seus famíliares (Foto: Marco Montoril)
Rasgando folhinha neste domingo (13) de julho, Paulo Roberto da Câmara Júnior, que recebe os cumprimentos de familiares e amigas, O blog compartilha esse momento de comemoração e deseja muitas felicidades.
É HOJE: Alemanha e Argentina vivem seu juÃzo final na Copa das Copas
13/07/2014
Vinte e quatro anos ficaram para trás, mas Carlos Bilardo ainda não se esqueceu de Edgardo Codesal. Meio uruguaio e meio mexicano, o árbitro deu um pênalti polêmico que decidiu aquela Copa do Mundo a favor da Alemanha. Então treinador argentino e atual gerente da seleção, Bilardo até hoje não é capaz de olhar para Codesal. Se o assunto é disputa de Mundial, as feridas jamais cicatrizam.
Neste domingo, às 16h (de Brasília), o Maracanã será palco de um desses dias que marcam para sempre a história do futebol. Gols podem deixar heróis para sempre, erros fatalmente criarão vilões. Alemanha xArgentina, pela terceira vez consecutiva, se encontram em um Mundial. Este duelo, porém, tem outro tipo de caráter: é a final que decide a Copa das Copas.
Divulgado pela presidente Dilma Rousseff e motivo de discórdia ao longo de muitos meses, o termo para o 20º Mundial acabou por se justificar quando o torneio começou. Além da segunda maior média de público de todos os tempos, só atrás de 1994, a Copa do Brasil registrou clássicos marcantes desde a primeira rodada e também tem tudo para ser aquela com o maior número de gols na história. Para isso, basta que dois ocorram na final deste domingo.
Até a rede inglesa BBC se referiu a 2014 como a Copa das Copas, mas resta a final. Dona da maior vitória da história de uma semi, a Alemanha despachou o Brasil com crueldade e se assumiu favorita. Do outro lado, uma Argentina pragmática pode dar o que falta para Lionel Messi se eternizar. O palco não poderia ser mais especial: o Maracanã tem o maior público de finais, com 173850 presentes em 1950.
Terra

















