Ricardo Espínola é nomeado Desembargador do TRT. Grupo de Emanoel Pereira vence mais uma

09/07/2014

                                    Juiz

Está no Diário Oficial de União desta quarta-feira a nomeação do Juíz Ricardo Luís Espínola Borges para ocupar por merecimento a vaga de Desembargador do TRT.

A nomeação de Ricardo Espínola mostra a força do ministro Emanoel Pereira e de seu filho, advogado Erick Pereira no seguimento, já que ambos trabalharam fortemente nos bastidores em favor de Ricardo.

O outro postulante ao cargo, era a juíza Isaura Simonetti, que foi preterida nessa situação e traz uma derrota acachapante para o Ministro Garibaldi Filho e o Presidente da Câmara, Henrique Alves, que defenderam pessoalmente a candidatura de Isaura.

Como esse blog vem dizendo há tempos, o “mexido” é grande nos bastidores do TRT

 

Dibson Nasser exonerou assessores de José Adécio

09/07/2014

                    dibson nasser 2

Segundo publicação no Diário Oficial do Estado, desta quarta-feira (09), o deputado estadual Dibson Nasser (PSDB) exonerou 33 cargos ligados ao seu antecessor, José Adécio (DEM), na Assembleia Legislativa. Nasser foi reconduzido ao cargo mediante liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

FOTO: Por causa de estouro de bomba em jogo da seleção, homem é baleado em Mossoró

09/07/2014

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Foto: Imagem destaque – Passando na Hora, via O Câmera

Um homem tentou matou outro em Mossoró por causa de uma bomba estourada durante o jogo Brasil curiosamente, na semana passada. A ocorrência foi registrada Pela Central de Operações da Polícia Militar. De acordo com o Blog O Câmera, com informações do Blog Passando na Hora, Inácio Clenilson Dantas Maia, de 35 anos, residente no bairro Belo Horizonte, jogou uma bomba na rua, que teria assustado uma mulher grávida, moradora do local. Desde o ocorrido, o marido da mulher teria procurado por Inácio para tomar satisfação e só o encontrou na tarde dessa terça-feira (8), no bairro Malvinas, quando ele chegava para assistir o jogo entre Brasil e Alemanha.  A partir de então o desfecho infeliz não demorou a acontecer.

Segundo a Polícia, os “elementos”, que estavam em dois, saíram e quando voltaram, efetuaram vários disparos em Inácio, que ainda estava dentro do seu veiculo. Ele foi atingindo, chegando a fraturar uma das pernas. Profissionais de uma Unidade de Suporte Avançada “Alfa” do Samu realizaram os primeiros procedimentos no local e conduziram Inácio, com escolta da polícia, para o Hospital Regional Tarcísio Maia, onde deu entrada aparentemente tranquilo.Não se tem informação do paradeiro dos responsáveis pelos disparos.

Com informações de O Câmera

 

Holandeses e argentinos buscam hoje vaga na final

09/07/2014

        holanda argentina

As seleções da Holanda e Argentina entram em campo hoje (9), às 17h (horário de Brasília), no Estádio Itaquerão em São Paulo, para decidir quem enfrentará a Alemanha na final da Copa do Mundo. Independentemente do vencedor, uma final será reeditada. Os alemães enfrentaram a Argentina nas finais de 1986 e 1990, com uma vitória para cada lado. Holandeses e alemães decidiram o título em 1974 e os germânicos levaram a taça.

Para conseguir a revanche, a Holanda aposta nas jogadas em velocidade com Robben. O camisa 11 holandês tem como principal arma a corrida em disparada pelo lado direito do campo para, em seguida, passar a bola ou chutar com a perna esquerda. As jogadas com Robben, Sneijder e Van Persie são uma grande ameaça à defesa argentina que, apesar de contestada, teve bom desempenho na última partida, contra a Bélgica. O primeiro título mundial passa antes pelos argentinos.

Eles contam com Messi, precisam dele. Sem Di Maria, machucado, o camisa 10 argentino é a esperança, quase solitária, dos nossos vizinhos de chegarem à final. Os torcedores também esperam boa atuação de Higuaín. O centroavante argentino conseguiu, finalmente, marcar um gol e ter boa atuação contra a Bélgica.

 

HUMILHAÇÃO: Jornais do mundo só têm uma palavra para descrever o 7 a 1

09/07/2014

   

Por UOL

Não importa onde. Espanha, Argentina, Uruguai, ou na própria Alemanha. As capas dos jornais de todos os cantos do planeta sintetizaram a goleada de 7 a 1 sofrida pela seleção brasileira como “humilhação”, “massacre” ou “fracasso”. David Luiz teve o seu choro estampado em quase todas elas.

Os espanhóis Marca e Mundo Deportivo “Humilhação mundial. Mais vergonhoso do que o Maracanazo”. O As se referiu ao placar como “massacre” e disse que “o tiki-taka deu a Scolari o que foi merecido”. Já o Sport fez um trocadilho com o “Fracassazo”.

Na Itália, o Corrieri dello Sport também falou em “humilhação”. A Gazzetta dello Sport destacou a “tristeza brasileira” e o “resultado histórico”. Na França, o L’équipe pareceu não ter acreditado no que aconteceu no Mineirão: “Incrível”.

Em Portugal, O Jogo cravou: “É o pior Brasil da história”. O jornal Record não foi tão longe, mas lembrou que esta foi a pior derrota da história da seleção canarinho. O A Bola, por outro lado, fez um trocadinho: “O adeus é brasileiro”.

Na América, os nossos vizinhos não foram muito simpáticos. O chileno El Graficofalou que “foi a pior vergonha da história do Brasil”. O Ovación, do Uruguai, falou sobre o “inferno do Minerazo”.

 

Ricardo Espínola é nomeado Desembargador do TRT. Grupo de Emanoel Pereira vence mais uma

09/07/2014

                                    Bento Her

Está no Diário Oficial de União desta quarta-feira a nomeação do Juíz Ricardo Luís Espínola Borges para ocupar por merecimento a vaga de Desembargador do TRT.

A nomeação de Ricardo Espínola mostra a força do ministro Emanoel Pereira e de seu filho, advogado Erick Pereira no seguimento, já que ambos trabalharam fortemente nos bastidores em favor de Ricardo.

O outro postulante ao cargo, era a juíza Isaura Simonetti, que foi preterida nessa situação e traz uma derrota acachapante para o Ministro Garibaldi Filho e o Presidente da Câmara, Henrique Alves, que defenderam pessoalmente a candidatura de Isaura.

Como esse blog vem dizendo há tempos, o “mexido” é grande nos bastidores do TRT

 

HUMILHAÇÃO: Jornais do mundo só têm uma palavra para descrever o 7 a 1

09/07/2014

   

jornais copa

Por UOL

Não importa onde. Espanha, Argentina, Uruguai, ou na própria Alemanha. As capas dos jornais de todos os cantos do planeta sintetizaram a goleada de 7 a 1 sofrida pela seleção brasileira como “humilhação”, “massacre” ou “fracasso”. David Luiz teve o seu choro estampado em quase todas elas.

Os espanhóis Marca e Mundo Deportivo “Humilhação mundial. Mais vergonhoso do que o Maracanazo”. O As se referiu ao placar como “massacre” e disse que “o tiki-taka deu a Scolari o que foi merecido”. Já o Sport fez um trocadilho com o “Fracassazo”.

Na Itália, o Corrieri dello Sport também falou em “humilhação”. A Gazzetta dello Sport destacou a “tristeza brasileira” e o “resultado histórico”. Na França, o L’équipe pareceu não ter acreditado no que aconteceu no Mineirão: “Incrível”.

Em Portugal, O Jogo cravou: “É o pior Brasil da história”. O jornal Record não foi tão longe, mas lembrou que esta foi a pior derrota da história da seleção canarinho. O A Bola, por outro lado, fez um trocadinho: “O adeus é brasileiro”.

Na América, os nossos vizinhos não foram muito simpáticos. O chileno El Graficofalou que “foi a pior vergonha da história do Brasil”. O Ovación, do Uruguai, falou sobre o “inferno do Minerazo”.

 

Mulher diz ter cravado os 7 a 1 após ‘sonho’ do marido e ganhou o bolão

09/07/2014

 Por Lucas Pastore

LANCE

Nesta terça-feira, poucos minutos depois da Seleção Brasileira perder por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal na Copa do Mundo, uma mulher tornou-se celebridade quase que instantaneamente na internet. Trata-se da artista plástica Anna Guerra, de 44 anos de idade, que diz ter cravado o placar em um bolão feito com a família e os amigos graças a um “sonho” do marido.

- Hoje de manhã, acordei e disse “hoje tem Copa”. Ele, sonâmbulo, respondeu “acabou o jogo”. Como meu filho é sonâmbulo e eu nunca acordo ele nessas situações, perguntei “quem ganhou?”. Ele disse “Alemanha”. Perguntei quanto e ele respondeu 7 a 1 – contou Anna, ao blog.

Após a experiência, a artista plástica afirma que resolveu reproduzir o placar no bolão. Ela foi a primeira a apostar na brincadeira com os amigos. Curiosamente, seu marido Silvio Rod, publicitário de 46 anos de idade, não arriscou nenhum resultado, mesmo sendo o autor da previsão.

A inscrição para o bolão custava R$ 10,00. Dada a raridade do placar apostado por Anna, ela foi alvo de brincadeiras até a bola rolar e a Alemanha começar a atropelar o Brasil.

- Quando a Alemanha abriu 5 a 0, já me deram o dinheiro, eu merecia – relatou Anna, agora R$ 200,00 mais rica.

Mesmo com a brincadeira “encerrada”, imagine a reação dos presentes quando Oscar marcou o de honra do Brasil e deu números finais ao jogo…

                             Eis o palpite de Anna Guerra

 

Centrais dos Cidadãos da Zona Norte e Alecrim são fechadas sem previsão de reabertura

09/07/2014



Roberto Lucena
Repórter – Tribuna do Norte

O que era ruim, vai ficar pior. A estrutura da Central do Cidadão, na capital do Estado, que diminuiu 40% nos últimos três anos, sofreu novo revés na manhã de ontem, dia 8. As unidades da zona Norte e Alecrim – responsáveis por mais de quatro mil atendimentos diários – foram fechadas sem que houvesse qualquer aviso prévio para usuários e funcionários. De acordo com o Governo do Estado, não há previsão de retorno do atendimento nos locais. Apenas a unidade do Via Direta está funcionando e deverá ficar sobrecarregada nos próximos dias.

Quem procurou uma das unidades fechada ontem se deparou com a porta fechada e avisos fixados na vidraça. No shopping Estação, na zona Norte, o comunicado avisava apenas que “por motivos técnicos está suspenso o atendimento nesta Central do Cidadão”. No Alecrim, o aviso resumia-se à frase “hoje dia 8/7/14 não haverá expediente”.

Explicações

De acordo com o coordenador das Centrais do Cidadão, Nelson Mendonça, a queda de uma torre – localizada no bairro de Candelária – que servia como link privado para a rede de internet das centrais inviabilizou os serviços. Além das unidades da zona Norte e do Alecrim, o serviço do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RN), na Central do Cidadão do Via Direta, também está suspenso. O Governo ainda busca uma solução para o problema.

Utilizando estrutura própria para a internet, não havia um plano de contingência para as Centrais do Cidadão em caso de problema na torre. Assim, as alternativas seriam o conserto da estrutura ou a contratação de empresa para disponibilizar um sinal privado para as unidades. A segunda opção é a que está sendo viabilizada.

Para consertar a estrutura, o Governo precisará construir uma nova torre, que, apesar de ser de pequeno porte, não há como ser viabilizada a curto prazo. No entanto, para se contratar uma empresa e ter o sinal à disposição, também não há a possibilidade de solução imediata.

Na Fan Fest, mais de 19 mil se emocionam e se desesperam

09/07/2014

            fan fest choro

A Tribuna do Norte destaca que a derrota dramática da seleção brasileira foi acompanhada por chuva e lágrimas na Fifa Fan Fest, no dia de maior público do evento: 19.400 pessoas. Já no primeiro tempo, com a sequencia de gols da seleção da Alemanha, o ânimo foi apagado pela derrota, que teve explicações diversas pelos torcedores-técnicos. Na multidão de maioria ‘canarinho’, um alemão se destacava com bandeira ateada e logo se tornou a atração da noite, com poses para fotos.

           fan fest choro 2

Mesmo com a dispersão da torcida em meio a derrota, ainda restavam alguns aplausos para as pontuais defesas do goleiro Júlio César. Na saída do centro-avante Fred, os natalenses acompanharam o jogador com vaias. Em questão se segurança, o evento foi mais movimentado com o registro de cinco ocorrências: roubo de dois celulares, carteira, apreensão de arma branca e agressão física.

 

Vejam repercussão da goleada sofrida pelo Brasil

08/07/2014



“Eu sempre digo que futebol é uma caixa de surpresas. Ninguém neste mundo esperava esse resultado. Vamos buscar o hexa na Rússia. Parabéns para a Alemanha”
Pelé

“Quem é o responsável? Quem é o responsável, quem é colocado como técnico, quem é responsável pelas escolhas? Sou eu, então pronto. O responsável sou eu. A escolha da parte tática é minha. o responsável fui eu (…) Ficamos um pouco em pânico e as coisas aconteceram certo para a Alemanha e errado para nosso time”
Felipão, treinador da seleção brasileira

“Queria dar alegria ao povo. Peço desculpas. Queria ver o Brasil feliz, sorrindo (…) Eu nunca vou desistir. Sei que algum dia vou dar alegria a esse povo (…) É um dia de muita tristeza, mas de muito aprendizado também, para vida”.
David Luiz, zagueiro da seleção brasileira

“Eu preferia perder por 1 a 0 com um erro meu do que perder de sete (…) Vai ser dificil jogar outra Copa. É triste chegar tão perto de uma coisa que você tanto sonha. Foi uma vitória pessoal minha após a Copa do Mundo de 2010″.
Júlio César, goleiro da seleção brasileira

“Assim como todos os brasileiros, estou muito, muito triste com a derrota (…) Sinto imensamente por todos nós torcedores e pelos nossos jogadores”.
Dilma Rousseff, presidente da República

“O resultado deixou a gente muito abalado. Decepção total. Fizemos o pior jogo da nossa vida. E a Alemanha fez o melhor jogo da vida deles. É um momento de muita tristeza. Essa derrota vai ficar marcada durante toda a nossa vida”.
Fred, atacante da seleção brasileira

“Os gols em sequência foram um golpe para eles. Ficaram perdidos e não conseguiram se recuperar. Entraram em pane e nos aproveitamos disso (…) Sabíamos que quando o adversário joga rápido eles têm problemas. Percebemos que, quando fizemos 2 a 0, eles ficaram muito nervosos, abriram grandes espaços no meio-de-campo, não somente na defesa”.
Joachim Löw, treinador da seleção alemã

“Eles tinham muita pressão nos ombros, tinham de ser campeões em casa. Sentimos que durante a Copa nunca jogaram no seu melhor desempenho”.
Toni Kross, meia da seleção alemã

“Não podíamos imaginar uma partida como essa, uma derrota como essa. Por dentro, estou em prantos (…) A partir do segundo gol entramos numa pane. Foi uma pane de seis minutos após o segundo gol (…) Meu sonho ainda vai prosseguir. Tenho o sonho de colocar a sexta estrela na minha camisa”.
Thiago Silva, capitão da seleção brasileira, que, suspenso, não jogou

“Colhemos o que plantamos”.
Miroslav Klose, atacante da seleção alemã

“Fiquei sabendo hoje que jogaria. Mas jogador tem que estar preparado para jogar sempre. Foi uma derrota desagradável. É um dia [em] que deu tudo errado para a gente e tudo certo para eles”.
Bernard, meia-atacante da seleção brasileira

“Foi um adversário superior, que fez com que não conseguíssemos jogar mais. Temos que olhar com muita tranquilidade esse jogo e aprender muito com o rival”.
Daniel Alves, lateral direito da seleção brasileira, que não jogou

“Seja no futebol, nas famílias, nas empresas, o emocional é tudo. Você pode ser formado no MIT, mas a vida não é somente isso.”
Murilo Ferreira, presidente da Vale

“Ainda não me recuperei.”
Armínio Fraga, economista, sócio da Gávea Investimentos e ex-presidente do Banco Central

“Foi um jogo que não jogamos, o Brasil não entrou em campo. A Alemanha superou totalmente. É uma pena. O aspecto positivo da Copa, para nós, foi a festa de acolhida promovida pelos brasileiros para todos os povos. Foi uma coisa maravilhosa. Estamos chorando hoje, mas até o fim do mês isso está superado. O país volta à realidade, o ano começa, e entraremos em outro ciclo que tomará conta de todos, que é o ciclo eleitoral.”
Otávio Azevedo, presidente do Grupo Andrade Gutierrez.

“Estou profundamente triste. Nossa seleção já dava claros sinais de que não era um time com as qualidades para ganhar a Copa, mas esta derrota tão contundente vai custar caro ao futebol brasileiro por muitos anos. (…) No final das contas, o resultado da Copa não terá impacto significativo na economia”.
Renato Bertani, diretor executivo da Barra Energia, empresa de exploração e produção de petróleo

TJRN determina implantação imediata de reajuste para 16 mil servidores do estado

08/07/2014



O Governo do Estado terá que implantar, imediatamente, um reajuste de 60% no contracheque de aproximadamente 16 mil servidores. O benefício é referente ao efeitos financeiros garantidos na Lei Complementar Estadual (LCE) nº 432/2010 que fixou o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR). De acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta do Rio Grande do Norte (Sinai), o impacto na folha de pessoal será de aproximadamente R$ 9 milhões.

A decisão foi expedida na última sexta-feira, dia 4, e publicada no site do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) na manhã da última segunda-feira, dia 7.  O relator do processo foi o desembargador Vivaldo Pinheiro. Em caso de desobediência a ordem, o Estado será multado. “Atendendo ao requerimento da parte Impetrante, intimem-se as Autoridades Coatoras para cumprir o v. acórdão, para que implante, imediatamente, os efeitos financeiros da Lei Complementar Estadual nº 432/2010 nos contracheques dos beneficiários alcançados pela referida LCE, sejam ativos, inativos e pensionistas, com respectivos reflexos financeiros, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00”, decidiu o desembargador.

De acordo com o coordenador geral do Sinai, José Nilson Bezerra, o reajuste será concedido a servidores de dez secretarias da administração direta. A maioria, da secretaria de Estado da Educação e da Cultura (SEEC).

José Nilson disse ainda que a decisão do desembargador Vivaldo é definitiva. Não cabe recurso. “A ação já foi contestada pelo Estado e eles conseguiram a suspender a aplicação do reajuste com uma manobra no Supremo Tribunal Federal. Agora não cabe mais recurso. Já fizeram o pagamento de 40% correspondente ao PCCR e agora tem de pagar os 60% restantes”, disse o coordenador.

Com informações da Tribuna do Norte

 

BRASIL X ALEMANHA: Isso representa mais que um simples jogo! Representa a vitória da competência sobre a malandragem!

08/07/2014

Veja o texto abaixo, de um autor desconhecido, que representa muito bem a situação do Brasil diante da vergonhosa derrota para Alemanha.

 

“Isso representa mais que um simples jogo! Representa a vitória da competência sobre a malandragem! Serve de exemplo para gerações de crianças que saberão que pra vencer na vida tem-se que ralar, treinar, estudar! Acabar com essa história de jeitinho malandro do brasileiro, que ganha jogo com seu gingado, ganha dinheiro sem ser suado, vira presidente sem ter estudado! O grande legado desta copa é o exemplo para gerações do futuro! Que um país é feito por uma população honesta, trabalhadora, e não por uma população transformada em parasita por um governo que nos ensina a receber o alimento na boca e não a lutar para obtê-lo!  A Alemanha ganha com maestria e merecimento! Que nos sirva de lição! Pátria amada Brasil tem que ser amada todos os dias, no nosso trabalho, no nosso estudo, na nossa honestidade! Amar a pátria em um jogo de futebol e no outro dia roubar o país num ato de corrupção, seja ele qual for, furando uma fila, sonegando impostos, matando, roubando! Que amor à pátria é este! Já chega!!! O Brasil cansou de ser traído por seu próprio povo! Que sirva de lição para que nos agigantemos para construirmos um país melhor! Educar nossos filhos pra uma geração de vergonha! Uma verdadeira nação que se orgulha de seu povo, e não só de seu futebol!!”

 

VERGONHOSO: maior vexame da história do futebol brasileiro coloca Alemanha na decisão

08/07/2014



Foram 64 anos de espera. Durante cinco jogos, a seleção brasileira fez seu papel – com futebol bonito ou não, alcançou as semifinais. Perdeu seu craque nas quartas de final, Neymar. E entrou com a camisa dele em campo, como se mostrasse que jogaria pelo atacante, que a usaria como motivação. Mas o Brasil conseguiu permanecer no gramado do Mineirão, nesta terça-feira (8), por exatos 9 minutos sem levar um gol. A partir daquele instante, se iniciou o maior vexame da história do futebol brasileiro. A pior derrota do selecionado nos seus 100 anos de história. Em casa, na Copa que tinha como objetivo claro o término da maldição de 1950, o Brasil foi humilhado pela Alemanha: 7 a 1. Gol brasileiro só de Oscar, bem no final do jogo.

Quem diria que aquele vice mundial sofrido após gols de Schiaffino e Ghiggia para o Uruguai, em 1950, seguirá como o melhor resultado da seleção brasileira em Copas disputadas em casa. No próximo sábado, no clima mais melancólico possível, o Brasil entrará em campo em Brasília para a disputa do 3° lugar. Aos alemães, a final. Da forma mais merecida possível. Incontestável. Humilhante.

Fases do jogo: O Brasil jogou por nove minutos. Foi o tempo que a Alemanha demorou para descobrir que não teria adversário na semifinal da Copa do Mundo. Quando Thomas Müller, livre dentro da área em escanteio, tocou para o gol, ficou claro que a seleção brasileira não seria capaz de parar ninguém que conseguisse entrar em sua área. Foi simbólico: o principal artilheiro do rival livre, sozinho, no local mais perigoso de um campo. Treze minutos depois, quando Klose pegou rebote de seu próprio chute, e nenhum defensor brasileiro esboçou reação, começava a maior goleada sofrida pelo Brasil na história, e os seis minutos mais desesperadores do futebol brasileiro em todos os tempos.
Daquele gol de Klose ao de Khedira, aos 29 minutos, por quatro vezes a Alemanha conseguiu entrar na área brasileira e tocar para o gol de Júlio César sem dificuldade alguma. Toni Kroos fez os outros dois, para pela primeira vez em Copas o Brasil levar cinco gols no primeiro tempo de um jogo.
Deste ponto até o intervalo, era como se o jogo já tivesse acabado. A Alemanha voltou a tocar a bola em velocidade, como havia feito nos cinco jogos anteriores da Copa, e o Brasil não sabia o que fazer. Como parar aquele time que entrava para a história? Não com a apatia de Oscar e Fred, novamente com atuações péssimas. Não com Bernard, que substituiu muito mal a Neymar. Não com a defesa, completamente perdida sem seu capitão Thiago Silva – não que sua presença fosse mudar algo.
No segundo tempo, mais dois, como se brincasse, com Schürrle. Sem dificuldades, a Alemanha desperdiçou chances como se não quisesse marcar. Aos 45 minutos, Oscar fez o que chama de “gol de honra”. Talvez a única palavra que não possa ser usada para descrever o que o Brasil teve nesta terça.
O melhor: Joachim Löw - O técnico alemão colocou seu time de forma muito mais ofensiva do que vinha jogando até então – mesmo após ser bastante elogiado pelo estilo de jogo. Com Klose no ataque, não esmoreceu nem quando abriu 3 a 0. Mais do que isso: anotou quatro gols em seis minutos, entre os 22 min.  e os 29 min. do 1°t. As trocas que fez foram já pensando na decisão contra Argentina ou Holanda, no próximo domingo. Depois do quinto gol, fez sua seleção voltar ao estilo anterior: tocou a bola tranquilamente, só esperando qo Brasil possibilitar novas brechas para lances perigosos. E eles aconteceram. Se alguém foi o principal responsável pela criação do time que fez o Brasil passar por seu pior vexame da história, esse é o técnico que levou ao auge um time que é trabalhado há oito anos, desde o 3° lugar na Copa de 2006, em casa.

O pior: Luiz Felipe Scolari - O técnico da seleção brasileira teve três dias de treino para descobrir quem substituiria Neymar no ataque da seleção e como o jogador escolhido repetiria ou mudaria o estilo de jogo da seleção. Muito se falou sobre a entrada de Willian, no meio: não ocorreu; foi treinada a escalação com três volantes, com Paulinho, Fernandinho e Luiz Gustavo: também não – e talvez fosse a melhor opção, como as falhas da defesa mostraram. O escolhido foi Bernard, que entrou na mesma função que Neymar. E nada produziu. Quando o Brasil tomou o segundo gol, o técnico optou por não alterar o time. Só foi fazer isso aos 23 minutos do 2° tempo, quando o sexto gol alemão acabara de sair. Ficou preso em uma tática que a Alemanha mostrou saber perfeitamente como destruir.

Chave do jogo: A vontade alemã, que jamais pareceu passar. Se dizem que o maior respeito que um time pode mostrar é continuar atacando em vez de brincar com a bola, humilhando seu adversário sem ser com gols, a Alemanha levou essa ideia a outro nível. Se do outro lado havia um time que nada fazia, por que não atacar e marcar o máximo possível? Foi o que a Alemanha fez, para entrar na história das Copas e do futebol.

Toque dos técnicos: O Brasil não alterou seu estilo de jogo mesmo após levar cinco gols no primeiro tempo. Entre o primeiro e o segundo foram 13 minutos – normal nada ser feito durante um placar adverso que parecia simples. Porém, entre o segundo e o quinto, foram quatro gols. Em nenhum momento Luiz Felipe Scolari parou o jogo com uma substituição. Mesmo que não mudasse o caminho que a partida já mostrava, poderia ter diminuído o ímpeto alemão. Não houve esse toque do técnico, que acabou terminando na maior goleada sofrida pelo Brasil na história.

Para lembrar:

A maior oleada sofrida pelo Brasil em qualquer jogo era, até esta terça, um 6 a 0 sofrido para o Uruguai na Copa América de 1920, disputado no Chile. A última derrota em casa do Brasil em jogo oficial havia sido também no Mineirão, em 1975, para o Peru: 3 a 1 na Copa América.

Em Copas, a maior goleada ainda é a da Hungria sobre El Salvador, em 1982: 10 a 1.Em semifinais, era 6 a 1, feitos por Uruguai (sobre a Iugoslávia, em 1930), Argentina (sobre os EUA, em 1930), e Alemanha (sobre a Áustria, em 1954).

Torcedores brasileiros que pagaram até R$ 1.320 (preço do melhor setor do estádio) para acompanhar a semifinal entre Brasil e Alemanha começaram a deixar o Mineirão logo após o 3° gol alemão, feito por Toni Kroos, aos 24 minutos de jogo – quem deixou o estádio exatamente nesse minuto pagou R$ 55 para cada minuto visto.

A última seleção a anotar cinco gols em uma semifinal de Copa havia sido o Brasil, em 1958, no triunfo por 5 a 2 sobre a França, um jogo antes daquele que deu o primeiro título mundial à seleção.

Não aconteceu, mas se o Brasil tivesse conseguido o milagre, teria alcançado a maior vitória da história das Copas. A marca pertence a Portugal, que ganhou de 5 a 3 da Coreia do Norte em 1966 após sair perdendo por 3 a 0.

UOL

VERGONHOSO: maior vexame da história do futebol brasileiro coloca Alemanha na decisão

08/07/2014

 

    gol alemanha

Foram 64 anos de espera. Durante cinco jogos, a seleção brasileira fez seu papel – com futebol bonito ou não, alcançou as semifinais. Perdeu seu craque nas quartas de final, Neymar. E entrou com a camisa dele em campo, como se mostrasse que jogaria pelo atacante, que a usaria como motivação. Mas o Brasil conseguiu permanecer no gramado do Mineirão, nesta terça-feira (8), por exatos 9 minutos sem levar um gol. A partir daquele instante, se iniciou o maior vexame da história do futebol brasileiro. A pior derrota do selecionado nos seus 100 anos de história. Em casa, na Copa que tinha como objetivo claro o término da maldição de 1950, o Brasil foi humilhado pela Alemanha: 7 a 1. Gol brasileiro só de Oscar, bem no final do jogo.

Quem diria que aquele vice mundial sofrido após gols de Schiaffino e Ghiggia para o Uruguai, em 1950, seguirá como o melhor resultado da seleção brasileira em Copas disputadas em casa. No próximo sábado, no clima mais melancólico possível, o Brasil entrará em campo em Brasília para a disputa do 3° lugar. Aos alemães, a final. Da forma mais merecida possível. Incontestável. Humilhante.

Fases do jogo: O Brasil jogou por nove minutos. Foi o tempo que a Alemanha demorou para descobrir que não teria adversário na semifinal da Copa do Mundo. Quando Thomas Müller, livre dentro da área em escanteio, tocou para o gol, ficou claro que a seleção brasileira não seria capaz de parar ninguém que conseguisse entrar em sua área. Foi simbólico: o principal artilheiro do rival livre, sozinho, no local mais perigoso de um campo. Treze minutos depois, quando Klose pegou rebote de seu próprio chute, e nenhum defensor brasileiro esboçou reação, começava a maior goleada sofrida pelo Brasil na história, e os seis minutos mais desesperadores do futebol brasileiro em todos os tempos.
Daquele gol de Klose ao de Khedira, aos 29 minutos, por quatro vezes a Alemanha conseguiu entrar na área brasileira e tocar para o gol de Júlio César sem dificuldade alguma. Toni Kroos fez os outros dois, para pela primeira vez em Copas o Brasil levar cinco gols no primeiro tempo de um jogo.
Deste ponto até o intervalo, era como se o jogo já tivesse acabado. A Alemanha voltou a tocar a bola em velocidade, como havia feito nos cinco jogos anteriores da Copa, e o Brasil não sabia o que fazer. Como parar aquele time que entrava para a história? Não com a apatia de Oscar e Fred, novamente com atuações péssimas. Não com Bernard, que substituiu muito mal a Neymar. Não com a defesa, completamente perdida sem seu capitão Thiago Silva – não que sua presença fosse mudar algo.
No segundo tempo, mais dois, como se brincasse, com Schürrle. Sem dificuldades, a Alemanha desperdiçou chances como se não quisesse marcar. Aos 45 minutos, Oscar fez o que chama de “gol de honra”. Talvez a única palavra que não possa ser usada para descrever o que o Brasil teve nesta terça.
O melhor: Joachim Löw - O técnico alemão colocou seu time de forma muito mais ofensiva do que vinha jogando até então – mesmo após ser bastante elogiado pelo estilo de jogo. Com Klose no ataque, não esmoreceu nem quando abriu 3 a 0. Mais do que isso: anotou quatro gols em seis minutos, entre os 22 min.  e os 29 min. do 1°t. As trocas que fez foram já pensando na decisão contra Argentina ou Holanda, no próximo domingo. Depois do quinto gol, fez sua seleção voltar ao estilo anterior: tocou a bola tranquilamente, só esperando qo Brasil possibilitar novas brechas para lances perigosos. E eles aconteceram. Se alguém foi o principal responsável pela criação do time que fez o Brasil passar por seu pior vexame da história, esse é o técnico que levou ao auge um time que é trabalhado há oito anos, desde o 3° lugar na Copa de 2006, em casa.

O pior: Luiz Felipe Scolari - O técnico da seleção brasileira teve três dias de treino para descobrir quem substituiria Neymar no ataque da seleção e como o jogador escolhido repetiria ou mudaria o estilo de jogo da seleção. Muito se falou sobre a entrada de Willian, no meio: não ocorreu; foi treinada a escalação com três volantes, com Paulinho, Fernandinho e Luiz Gustavo: também não – e talvez fosse a melhor opção, como as falhas da defesa mostraram. O escolhido foi Bernard, que entrou na mesma função que Neymar. E nada produziu. Quando o Brasil tomou o segundo gol, o técnico optou por não alterar o time. Só foi fazer isso aos 23 minutos do 2° tempo, quando o sexto gol alemão acabara de sair. Ficou preso em uma tática que a Alemanha mostrou saber perfeitamente como destruir.

Chave do jogo: A vontade alemã, que jamais pareceu passar. Se dizem que o maior respeito que um time pode mostrar é continuar atacando em vez de brincar com a bola, humilhando seu adversário sem ser com gols, a Alemanha levou essa ideia a outro nível. Se do outro lado havia um time que nada fazia, por que não atacar e marcar o máximo possível? Foi o que a Alemanha fez, para entrar na história das Copas e do futebol.

Toque dos técnicos: O Brasil não alterou seu estilo de jogo mesmo após levar cinco gols no primeiro tempo. Entre o primeiro e o segundo foram 13 minutos – normal nada ser feito durante um placar adverso que parecia simples. Porém, entre o segundo e o quinto, foram quatro gols. Em nenhum momento Luiz Felipe Scolari parou o jogo com uma substituição. Mesmo que não mudasse o caminho que a partida já mostrava, poderia ter diminuído o ímpeto alemão. Não houve esse toque do técnico, que acabou terminando na maior goleada sofrida pelo Brasil na história.

Para lembrar:

A maior oleada sofrida pelo Brasil em qualquer jogo era, até esta terça, um 6 a 0 sofrido para o Uruguai na Copa América de 1920, disputado no Chile. A última derrota em casa do Brasil em jogo oficial havia sido também no Mineirão, em 1975, para o Peru: 3 a 1 na Copa América.

Em Copas, a maior goleada ainda é a da Hungria sobre El Salvador, em 1982: 10 a 1.Em semifinais, era 6 a 1, feitos por Uruguai (sobre a Iugoslávia, em 1930), Argentina (sobre os EUA, em 1930), e Alemanha (sobre a Áustria, em 1954).

Torcedores brasileiros que pagaram até R$ 1.320 (preço do melhor setor do estádio) para acompanhar a semifinal entre Brasil e Alemanha começaram a deixar o Mineirão logo após o 3° gol alemão, feito por Toni Kroos, aos 24 minutos de jogo – quem deixou o estádio exatamente nesse minuto pagou R$ 55 para cada minuto visto.

A última seleção a anotar cinco gols em uma semifinal de Copa havia sido o Brasil, em 1958, no triunfo por 5 a 2 sobre a França, um jogo antes daquele que deu o primeiro título mundial à seleção.

Não aconteceu, mas se o Brasil tivesse conseguido o milagre, teria alcançado a maior vitória da história das Copas. A marca pertence a Portugal, que ganhou de 5 a 3 da Coreia do Norte em 1966 após sair perdendo por 3 a 0.

UOL

 

Louis van Gaal ressuscita conceitos da Holanda de 1974

08/07/2014



Até agora, Louis van Gaal viveu momentos de gênio na Copa do Mundo, mas pode virar Sandoval Quaresma, aquele personagem da Escolinha do Professor Raimundo que tinha o seguinte bordão: “Estava indo tão bem”. A vara de condão do técnico funcionou nas cinco exibições da Holanda no Mundial. Amanhã, contra a Argentina, no Itaquerão, em São Paulo, ele tem que tirar outra nota 10 para quebrar o encanto de Lionel Messi e confundir a cabeça do treinador Alejandro Sabella. Artimanhas não faltam.

Quarenta anos depois de o carrossel holandês assombrar o mundo, Louis van Gaal ressuscita alguns conceitos do futebol total em solo brasileiro. Uma das provas disso é Kuyt. Diante do México, nas oitavas de final, o atacante atuou em três posições diferentes em 90 minutos. Começou como ala-esquerdo, voltou a ser homem de frente, ao lado de Huntelaar, e terminou a partida compondo uma linha de três volantes no meio de campo, ao lado de Wijnaldum e Blind. O mesmo Kuyt começou a partida contra a Costa Rica na lateral direita, a quarta função dele em cinco jogos nesta Copa do Mundo.

Louis van Gaal sempre deixou claro, nas entrevistas na Gávea, que tem um plano de jogo para cada duelo. Não é refém de um sistema e pode reinventá-lo tanto antes quanto durante a partida. Dos 23 jogadores convocados para a Copa do Mundo, usou 21. Sentar no banco de reserva da Holanda é um convite a ficar ligadão no jogo. Afinal, de repente, pode ser chamado para ocupar qualquer posição em campo. “Quando você ousa fazer diferente, você pode errar, mas pode acertar também. Essa vai ser a sua diferença no mundo”, filosofa o treinador sobre as sacadas durante as partidas.

Na vitória diante da Austrália, por exemplo, bagunçou a prancheta, voltou a usar a linha de quatro zagueiros, resgatou o 4-3-3 da escola holandesa e triunfou em cima dos Socceroos. No momento de maior pressão, quando perdia para o México, aproveitou a pausa para reidratação no calor de Fortaleza e organizou a ofensiva que culminou na virada por 2 x 1. Lançou o time à frente no 3-2-1-4, com Sneijder responsável por fazer a ligação com Robben, Kuyt, Huntelaar e Depay. Deu certo e ele saiu consagrado.

Técnico de futsal

Para van Gaal, 5cm poderiam, no futebol total defendido por ele, ter eliminado a Holanda da Copa. Nas quartas de final contra a Costa Rica, na Arena Fonte Nova, o técnico surpreendeu a todos ao tirar de campo o goleiro titular, Cillessen, de 1,88m, e colocar Tim Krul, de 1,93m. Resultado: dois pênaltis defendidos e classificação garantida.

Em Salvador, o treinador não fez cerimônia ao agir como se fosse um técnico de futsal ou de vôlei e mandar a campo um jogador com habilidade específica. “Eu não posso ser inovador e ousado sem ter uma história. Experiência abre possibilidade para a ousadia”, disse o treinador, em uma das entrevistas coletivas antes do início da Copa do Mundo.

Inédito

Louis van Gaal terá, pela primeira vez, a experiência de comandar um time contra Lionel Messi, jogador eleito quatro vezes o melhor
do mundo.

As variações

Em uma só partida, contra o México, Kuyt trocou três vezes de posição

Início de jogo

Esquema tático: 3-4-1-2
Cillessen; De Vrij, Vlaar e Blind; Verhaegh, Wijnaldum, De Jong e Kuyt; Sneijder; Robben e van Persien
- Blind começa como zagueiro e Kuyt na função de ala-esquerdo

6 minutos do primeiro tempo

Esquema tático: 3-4-1-2
Cillessen; De Vrij, Vlaar e Martins; Verhaegh, Wijnaldum, Blind e Kuyt; Sneijder; Robben e
Van Persien
- A saída de Jong desloca Blind da zaga para o meio de campo

11 minutos do segundo tempo

Esquema tático: 3-5-2
Cillessen; Vlaar, de Vrij e Martins; Wijnaldum, Blind, Sneijder, Robben e Depay; Kuyt e Huntelaar
* Kuyt, que começara como
ala-esquerdo, vira atacante ao lado de Huntelaar

31 minutos do segundo tempo

Esquema tático: 3-3-3-1
Cillessen; Vlaar, de Vrij e Martins; Kuyt, Wijnaldum e Blind; Robben, Sneijder e Depay; Van Persie
* Kuyt, que começara como ala-esquerdo, vira atacante ao lado de Huntelaar.

Superesportes

Juíza determina bloqueio de R$ 103 mil do Estado para garantir cirurgia de paciente

08/07/2014

A magistrada da 2ª Vara da Fazenda Pública de Natal, Francimar Dias Araújo da Silva, determinou o bloqueio do equivalente ao valor dos materiais necessários à cirurgia para tratamento de saúde de uma paciente que sofreu um Aneurisma Cerebral. O bloqueio, no montante de R$ 103.180,00, deverá ser realizado na conta do Estado do Rio Grande do Norte, especificamente na rubrica destinada à saúde de, a fim de que possa ser realizada a intervenção médica, no Hospital Onofre Lopes (HUOL).

A determinação ocorreu porque até o presente momento a decisão que determinou a cirurgia não vem sendo cumprida pelo Estado, considerando que este informou que não tem previsão para o fim da licitação em curso referente ao material cirúrgico necessário ao tratamento da autora, sendo necessário, no entendimento da magistrada, o bloqueio judicial.

Ao julgar o caso, a juíza Francimar Dias reconhece que a paciente não pode prescindir do procedimento cirúrgico, tão somente por este não se encontrar disponibilizado pelo Estado, eis que ficou demasiadamente demonstrada a necessidade da autora realizar aquela cirurgia, especialmente se considerar o relatório médico anexado anexado aos autos.

“Caso contrário, estaria sendo negado o direito indisponível e absoluto à saúde, já que sem a realização da cirurgia a saúde da promovente ficará comprometida, observou a juíza, ao atender o pedido da autora”.

(Processo nº 0803543-55.2014.8.20.0001)
TJRN

 

MP doa bens à Secretaria de Segurança Pública

08/07/2014



Alguns bens permanentes diversos avaliados em pouco mais de R$ 35 mil foram doados na manhã desta terça-feira (8) pela Procuradoria-Geral de Justiça do Rio Grande do Norte à Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed).

A assinatura do termo de doação foi realizada no gabinete do PGJ. Assinaram o termo o Procurador-Geral de Justiça Rinaldo Reis Lima, e o Secretário adjunto da Sesed, coronel José Ricardo Godinho Rodrigues.

Também participou da assinatura do termo de doação a Promotora de Justiça Luciana Andrade D’Assunção, Coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça Criminais (CAOP Criminal).

MPRN

Mulher surtada come placenta, agride médico e corre nua em hospital de Natal

08/07/2014

Um dos mais reconhecidos obstetras e ginecologistas de Natal, Iaperi Araújo, decidiu não mais realizar partos depois de um episódio inesperado na sua história como profissional: uma parturiente o agrediu verbalmente, correu nua no meio do hospital e depois se trancou para comer a sua própria placenta dentro de uma sala sob a guarda da família.

De acordo com o médico, o fato teria acontecido na quarta-feira passada (2). Segundo ela, a mulher chegou ao hospital já com 30 horas de trabalho em casa de parto por volta das 20h30. O tempo de espera em casa pode ter ocorrido em função da tentativa de um parto domiciliar planejado – nova tendência surgida dentro do escopo de humanização do parto.

Segundo Araújo, a parturiente não havia feito o pré-natal e estava muito agitada a ponto de xingá-lo. A família também o agrediu verbalmente. Na hora de realizar o parto, a grávida exigiu que o marido fizesse o parto, mas o médico afirmou que não deixou, até porque o homem não tinha habilitação profissional para tanto.

Porém, o pai ainda teve a possibilidade de cortar o cordão umbilical quando o bebê finalmente veio ao mundo por volta das 23h30. Segundo o obstetra, a mulher teria gritado reivindicando os direitos sobre a placenta. “Coloquei dentro de um saco e a entreguei”, escreveu em uma postagem na rede social.

A mãe da parturiente a persuadiu para que a mulher deixasse que outra médica a examinasse. A paciente consentiu. Mas logo em seguida, segundo o médico, ela entrou em “surto” no momento em que a neonatologista levou a criança para o berçário. Conforme Iaperi, a mulher foi em busca da cria, bateu no vidro do berçário até que o pai da criança arrombou a porta para tirar a criança do ambiente.

O médico afirmou nunca ter visto algo do tipo na sua história como obstetra. Além do fato inusitado, Araújo ficou transtornado com a forma como foi tratado pelos familiares e pela paciente.

Com informações do Jornal de Hoje

 

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